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etermax amplia soluções de marketing e publicidade para o mundo dos games

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Atenta às necessidades do mercado e disposta a evoluir, a etermax, a companhia internacional de tecnologia criadora de fenômenos globais como ‘Perguntados e Apalavrados’, anuncia uma grande  ampliação na oferta de soluções de marketing e publicidade relacionadas ao mundo dos games por meio da etermax Brand Gamification.

Mercado dos games

Mais de 2,8 bilhões de pessoas jogam videogames no mundo todo, sendo 76 milhões apenas no Brasil, o principal mercado latino, segundo a Newzoo.

A esta audiência somam-se ainda os segmentos de GVC (gaming video content) – que inclui plataformas on-line, anunciantes, patrocinadores, competições, jogadores e outros players que oferecem conteúdo gamer –, e os esportes eletrônicos, que, juntos, somaram mais de 1,2 bilhão de expectadores em todo o planeta, de acordo com a SuperData.

Os estudos do setor mostram ainda que, diferente do que muitos imaginam, entusiastas e gamers não são apenas homens, crianças e adolescentes, mas um grupo extremamente diversificado em dados demográficos e de interesse, com um diferencial muito importante para as marcas: extremamente atentos e conectados.

etermax Brand Gamification

Trata-se de uma evolução de sua unidade de negócios conhecida até o momento como flame by etermax, que passa a oferecer um novo e vasto leque de oportunidades a agências, marcas e anunciantes para se conectarem, impactarem e potencializarem suas relações com a valorosa audiência de consumidores e entusiastas de jogos eletrônicos.

Consolidada no mercado de games há quase 12 anos, a etermax reforça com a novidade seu objetivo de potencializar comunidades conectadas.

“Nosso DNA é marcado pelos jogos, pela criatividade, tecnologia e inteligência de dados. A partir da trajetória de sucesso dos nossos próprios games, continuamos evoluindo nossa proposta para que ninguém fique de fora deste segmento. Hoje, o maior desafio para as marcas é alcançar o engajamento e a fidelidade do consumidor, e, para isso, nada é tão eficaz quanto propor uma prática lúdica”, disse Guido Farji, General Manager da etermax Brand Gamification e Chief Revenue Officer da etermax.

A unidade de negócios flame by etermax foi lançada em 2018 como pioneira na América Latina na oferta de serviços de in-game advertising por meio dos quais a etermax disponibilizou a terceiros seus conhecimentos sobre monetização e otimização de publicidade em milhares de títulos próprios e representados. Em 2020, por exemplo, conectou mais de 230 marcas de 16 países Ibero-americanos com públicos variados por meio de formatos móveis inovadores.

Com a Brand Gamification, a etermax apresenta uma nova categoria para soluções de marketing e publicidade.

“Procuramos oferecer às marcas uma porta de entrada sem precedentes para todo o vasto universo dos games, com uma abordagem 360° para criar experiências memoráveis ​​e comunicar com impacto e engajamento. Os jogadores e entusiastas têm nos games um espaço para gerar e sustentar conexões importantes, admiram os pro players, e acompanham suas franquias favoritos no mundo do entretenimento. Ao mesmo tempo, os princípios do design de videogames são usados ​​para tornar todos os tipos de ferramentas e processos nas organizações mais dinâmicos e atraentes”, acrescenta Farji.

As novas soluções da etermax para o mundo gamer

Para continuar a aproximar marcas, agências e anunciantes ao universo dos videogames e ser a ponte para os conectar ao vasto e variado público gamer, a etermax passa a oferecer com a evolução para a Brand Gamification os seguintes serviços:

  • Game Consulting (consultoria em games)– Assessoria para conhecer e explorar o universo dos games com uma equipe de especialistas em planejamento e execução de campanhas 360 ° com videogames;
  • In-Game Advertising (publicidade dentro do jogo) – Serviço de alcance e engajamento de audiências por meio de uma rede de mais de 2.200 jogos da própria etermaxe de outros líderes mundiais de mercado em um ambiente transparente e brand-safe;
  • Gaming Experiences (experiências em games)– Soluções lúdicas on-line e off-line desenvolvidas sob medida para várias plataformas, eventos e muito mais,
  • eSports (esportes eletrônicos)–  Atuação no cenário competitivo de jogos, por meio do qual os anunciantes podem gerar conexões valiosas por uma fronteira alternativa dentro da indústria dos games.

Em um contexto que sugere inovações para diferentes setores, incluindo o publicitário e de ações de marketing, os videogames têm se destacado como uma ótima alternativa, não só pela sua abrangência e possibilidades criativas, mas pela mentalidade particular dos jogadores, que por estarem relaxados, entretidos e focados são mais receptivos às mensagens da marca.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

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A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.

Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.

Dicas para empresas: 

• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.

• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.

• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.

• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.

• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.

• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.

• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.

O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.

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Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

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A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.

“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”

Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.

“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”

A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”

Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.

A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.

Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.

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