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Estudo mede maturidade digital das 30 maiores emissoras de cartão de crédito

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Estudo mede maturidade digital das 30 maiores emissoras de cartão de crédito
O estudo “O Marketing Digital das 30 maiores emissoras de cartão de crédito” produzido pela Math Marketing , consultoria de DataScience Marketing que transforma estratégias em números por meio da ciência de dados, analisou as emissoras associadas à Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS) e registrou que as tendências do mercado de buscas mostram que os bancos digitais e fintechs ganham mais força no interesse dos usuários. Porém, ao analisar a maturidade digital das maiores credenciadoras do país, ainda existe muito espaço para evolução, inclusive entre fintechs.

Além disso, o estudo registrou que foram realizadas 10,9 bilhões de transações por cartões na modalidade crédito em 2020, sendo que esse segmento movimentou R﹩ 1.2 trilhão e foi responsável por 16% de todo o PIB nacional no mesmo período. Mesmo com expressiva retração econômica no ano passado por conta da pandemia, o total transacionado teve aumento de 2,6% em relação ao ano anterior (2019).

De acordo com o Head de Marketing da Math Marketing, Juliano Araújo, o crescimento pode ter acontecido por conta do avanço em transações digitais, e da queda em relação às taxas cobradas. “O uso da tecnologia vem avançando muito desde o início da pandemia e no setor financeiro não é diferente. As pessoas passaram a consumir remotamente devido à pandemia e isso vem mudando o perfil de compra e a forma de pagamento por crédito, explica.

A metodologia usada para a pesquisa foi o QI Digital, um sistema próprio e automatizado da Math Marketing que permite verificar a maturidade digital de sites, domínios e plataformas. Por essa razão, a pesquisa analisou as propriedades digitais de cada uma das emissoras de cartões sob os 6 pilares da metodologia: conteúdo, técnico, automação de marketing, analytics, ads/mídia e experiência de busca.

“Os pilares utilizados no QI Digital não são aleatórios, uma vez que eles combinam o impacto direto na percepção do cliente sobre a marca, como os clientes a encontra (Ads e Conteúdo) e também como ela se relaciona com eles (Automação); pilares que olham para o site como um canal estruturado visando facilitar a busca de produtos e serviços (Experiência e Técnico); e o pilar de Analytics que possibilita conectar diversos insights e fornecer uma visão global da jornada do cliente através de todo processo de compra”, destaca Juliano.

Além disso, o levantamento também traz uma análise realizada pelo Banco Central do Brasil, que revela a quantidade de cartões de crédito ativos no Brasil em 2019, um total de 123 milhões. Uma alta de 18% em relação a 2018. A partir dos relatórios da ABECS por ramos de atividade (com dados das credenciadoras) foi possível observar que o segmento com maior número de transações é o ramo varejista com 2,10 bilhões de transações em 2019 e um ticket médio de R﹩ 180,91 – o segundo maior observado.
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Heineken 0.0 estreia plataforma proprietária de corrida com experiência de socialização no Rio de Janeiro

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A Heineken 0.0 oficializou sua entrada no território do running em 2026 com uma ativação que subverte a lógica tradicional das competições esportivas. Batizada de Rolê 0.0, a iniciativa transformou a linha de chegada de um circuito pelas ruas do bairro da Glória, no Rio de Janeiro, em um evento de celebração coletiva. A ação marcou o lançamento do Finish Line Club, a primeira plataforma proprietária da marca voltada para a modalidade, com o objetivo de integrar o bem-estar à cultura dos bares e da socialização urbana.

Idealizado pela agência LEMA+ e com a plataforma de corrida concebida pela LePub, o projeto utilizou o café & bar Deja Vu como o ponto alto da experiência. O trajeto foi conduzido pelas crews 5am Running e Fashion Run Club, grupos que reforçaram o caráter de comunidade da prova. Ao cruzar a linha de chegada, os participantes foram recebidos com um DJ set curadoria da Festa Rara, tradicional plataforma de música eletrônica carioca, que estendeu a programação festiva até o início da tarde.

A estratégia busca posicionar a versão sem álcool da cerveja como a escolha natural para momentos de lazer que acontecem durante o dia. “Mais do que uma corrida de rua, a proposta foi promover uma experiência de esporte e socialização, além de firmar a Heineken 0.0 como parte ativa das comunidades urbanas e dos momentos coletivos ao longo do dia. O Rolê 0.0 nasceu como um convite para socializar e explorar a cidade de um jeito novo e leve. Acreditamos em momentos que combinam bem-estar, conexões reais e experiências de marca que se integram à vida das pessoas”, destaca Bruna Rosato, gerente de marketing da Heineken 0.0 no Brasil.

O evento serviu como um warm-up para uma corrida proprietária de maior escala que a marca planeja realizar ainda este ano na capital fluminense. Sob o mote “a linha de chegada é só o começo”, a marca foca no comportamento do corredor amador, que valoriza o pós-prova tanto quanto a performance.

Para Yan Prado, diretor-executivo de criação da LePub, a nova plataforma celebra o esporte sob uma ótica democrática. “A nova plataforma da marca celebra o esporte do momento, mostrando que independente do pace, RP, ou distância, o melhor jeito de terminar qualquer corrida é brindando com uma Heineken 0.0.”, conclui o executivo.

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Orla do Rio se consolida como hub estratégico de brand experience com mega-ativação da Nestlé

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A orla carioca reafirma seu status como um dos territórios de live marketing mais disputados do Brasil, transformando seus icônicos quiosques em verdadeiras plataformas modulares de experiência. Até o dia 13 de abril, a Nestlé assume o comando do Quiosque Palace, em Copacabana, para materializar a campanha “O match perfeito”. A ação integra as marcas Nescafé e Sorvetes Nestlé em um espaço temático que apresenta quatro drinks exclusivos de cafés gelados, explorando desde combinações cremosas até versões alcoólicas refrescantes.

A agenda da Nestlé na orla é extensa e foca no estilo de vida do carioca: inclui um sunset com DJ e open bar no dia 26 de março, aulões de yoga na manhã de 29 de março e uma ação de clean up ambiental agendada para 5 de abril. O movimento sinaliza uma mudança estrutural na forma como os grandes anunciantes ocupam a orla, buscando não apenas visibilidade, mas territórios proprietários com previsibilidade e alto impacto cultural.

Sob a gestão da Orla Rio, o trecho que vai do Leme ao Pontal tem servido de palco para uma diversidade de indústrias. Recentemente, a Rabanne ocupou o Quiosque Musa com uma estratégia premium de branding e presença de influenciadores, enquanto o Tinder transformou Copacabana em um ponto oficial de encontros presenciais, estendendo a jornada digital do aplicativo para o mundo real.

“Mais do que ações pontuais, o que vemos é a consolidação da Orla Rio como operadora de um território estruturado de experiências de marca. Aqui conseguimos integrar exposição, experimentação e relacionamento dentro da mesma jornada. Transformamos os quiosques em plataformas capazes de aproximar marcas e consumidores de forma imediata”, afirma Ingrid Lagrotta, diretora de marketing e negócios da Orla Rio.

O ecossistema da orla tem se mostrado eficaz tanto para o lifestyle quanto para a vertical de serviços. A TIM promoveu blitze de vendas com foco em expansão de base, enquanto a Raia instalou tótens gratuitos de proteção solar para gerar conteúdo e prestar serviço ao banhista. No segmento de bebidas, a Brutal Fruit realizou degustações itinerantes em 20 pontos de venda, e a Vinícola Aurora apostou em mecânicas de “compre e ganhe” para elevar o ticket médio nos quiosques.

Seja por meio do wellness da Drogaria Pacheco ou do entretenimento com DJ sets da Amarula, a orla do Rio prova que a combinação de alto fluxo de público com uma gestão operacional padronizada é a receita ideal para marcas que desejam converter sol e mar em indicadores reais de negócio e conexão emocional.

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