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English Live volta à mídia prometendo inglês que gruda na cabeça

Inglês que gruda na cabeça: este é o mote da primeira campanha publicitária criada pela agência VMLY&R para a EF English Live, maior escola de inglês online do mundo, pertencente ao grupo EF Education First, líder mundial em educação internacional. Intitulada “Inside Out”, a comunicação integrada contempla campanha protagonizada pela atriz e apresentadora Tatá Werneck.
Com linguagem pop e bem humorada, a campanha destaca os diferenciais da English Live, como a metodologia exclusiva, com acompanhamento de professores 24 horas por dia, nos sete dias da semana. A escola é pioneira na utilização da tecnologia para oferecer ensino da língua inglesa a distância, com cursos de alta qualidade, ministrados por professores certificados e com total flexibilidade de horários.
Segundo Eduardo Fernandes, Country Manager da EF English Live no Brasil, a ideia foi usar situações cotidianas em que o inglês é colocado à prova como trabalho, viagem e entretenimento e destacar como o aluno se dá bem. “Graças à EF English Live, o estudante não esquece o que aprende e pode enfrentá-las. Estamos cada vez mais focados na qualidade da plataforma e nos professores, mentores dessa transformação no aprendizado. Especialmente no contexto de pandemia, o inglês ganhou ainda mais relevância no cotidiano, já que não há barreiras físicas para nossas atividades”, comentou.
Para materializar o conceito “inglês que gruda”, a Criação resgatou os icônicos stickers, adesivos populares na cultura de rua nos anos 90, que voltaram a povoar o imaginário dos jovens, como uma funcionalidade das redes sociais.
“A campanha traz uma mensagem forte prometendo o que todo estudante de inglês realmente deseja: que o inglês e tudo o que se aprende grude na cabeça. Nos filmes, com ajuda do bom humor da Tatá, mostramos como funciona a cabeça de quem estuda na English Live, com lembranças bem vivas de tudo o que se aprende e outras lembranças pessoais que é melhor deixar guardadas onde estão”, acrescenta Adriano Abdalla, VP de Criação da agência.
Com direção de cena da dupla Los Pibes, composta por Raphael Pamplona e Caio Amantini, da produtora Awake Film, o primeiro filme, “Escritório”, reforça a importância do inglês no dia a dia profissional. Nele, um jovem fica estático ao ser questionado pela sua chefe sobre seu domínio da língua. Nessa hora, a câmera entra pelos seus olhos até encontrar a Tatá Werneck, dentro de sua cabeça.
Depois de transitar por memórias de aulas da English Live, como se estivessem em uma galeria de stickers, a atriz brinca com uma lembrança do ator vestido de He-Man e diz que essa é para esquecer. Tatá finaliza reforçando o mote: “Viu? Inglês imersivo que gruda na cabeça é English Live!”.
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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.
A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.
A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.
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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.
Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.
O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.
A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.
A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.
A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.
Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.








