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Empresas adotam nova estratégia para impulsionar o negócio, atingir metas e fortalecer a Cultura Organizacional durante a pandemia

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Em meio à crise causada pela pandemia da Covid-19, as empresas se viram diante de enormes desafios. Além de se reinventarem na forma de trabalhar, precisaram colocar em prática uma nova estratégia capaz de alinhar equipes, motivar funcionários e, sobretudo, de trazer soluções efetivas para atingir metas e resultados para o negócio. Neste cenário, têm sido bem-sucedidas as Jornadas de Aprendizagem desenvolvidas pela agência Nuts. Estes programas virtuais combinam educação corporativa e o desenvolvimento de competências com atividades em equipes que, por sua vez, conseguem trazer soluções reais para os problemas que as companhias já enfrentam ou vislumbram no horizonte.

Em 2020, a Nuts viabilizou projetos totalmente customizados para Renner, Kroton e Itaúsa, que alcançaram um total de 18.310 pessoas e exigiram 194 horas de live streaming, ao longo de 24 dias de execução, sem contar o período de desenvolvimento e planejamento estratégico.

“Diferentemente de eventos – virtuais ou presenciais – que acontecem em apenas um dia, as Jornadas de Aprendizagem da Nuts têm maior duração e abrem muitas oportunidades. São modulares, com formato e conteúdos customizados, e colocam em prática iniciativas que trazem resultados concretos para todas as áreas da empresa e ainda fortalecem a Cultura Organizacional”, explica Rodrigo Martins, sócio-diretor da agência. Para realizar projetos com esse formato, a Nuts combinou a experiência de 10 anos de atividades com sua expertise em consultoria estratégica de comunicação, design e produção de conteúdo; além de uma gestão que sempre priorizou investimentos em tecnologia de ponta. “Criamos uma plataforma multifuncional exclusiva e um estúdio especial para interações virtuais”, destaca Martins.

Os clientes têm ganhos de curto, médio e longo prazos. No curto prazo, as empresas conseguem entregas imediatas de projetos-piloto, protótipos e soluções, criados pelos funcionários no decorrer do programa. A médio e longo prazos, a capacitação dos colaboradores resulta em performances melhoradas e no desenvolvimento de competências, tanto individuais como corporativas, que geram valor para a empresa.

“Realizamos atividades que promovem o trabalho colaborativo e inclusivo, fomentando sinergias e fazendo com que os times fiquem mais alinhados. Temos uma equipe de facilitadores de aprendizagem, com mentores e tutores experientes que conduzem os processos”, complementa Leandro Duarte, também sócio-diretor da Nuts.

Um outro diferencial das Jornadas de Aprendizagem é a aplicação de uma metodologia de aprendizagem autônoma e autodirigida, em que os próprios participantes escolhem, entre os assuntos programados, que querem aprender e quando. Os conteúdos customizados podem ter foco em Upskilling, por exemplo, que é o aprimoramento dentro do campo de atuação do profissional que, assim, desenvolve suas qualificações atuais. Pode, também, ser voltado ao Reskilling, que é uma requalificação, ou seja, o aprendizado de novas habilidades para tornar o profissional apto a realizar um trabalho diferente.

Investimentos em tecnologia ajudam a criar uma nova experiência.

Para chegar a um formato eficaz para as Jornadas de Aprendizagem, a Nuts venceu o desafio de trazer para o ambiente virtual elementos capazes de atrair e engajar os participantes. “Com cerca de R$ 700 mil em investimentos, criamos a Hazel, uma plataforma multifuncional exclusiva e customizada de alta performanceque opera como um hub de conteúdo e engajamento. Além disso, montamos o Fábula Nuts, estúdio próprio e único, em São Paulo, pensado especialmente para plateias e interações virtuais”, diz Rodrigo Martins.

Segundo o executivo, storytelling; curadoria e cocriação de conteúdos atrelados aos objetivos do clientes; utilização de games, que trazem elementos lúdicos e atraentes; e até palestrantes internacionais, convidados com custos menores do que em eventos presenciais, são recursos que tornam as Jornadas de Aprendizagem programas que favorecem a geração de conhecimento e a retenção do aprendizado.

“Criamos uma experiência nova quando transformamos o formato presencial em uma ação digital completa. Conseguimos entregar uma solução inteligente para o mercado, ajudando as empresas a pensarem em novas formas de alcançar os melhores resultados”, diz Leandro Duarte acrescentando que, com as inovações na oferta de serviços, a Nuts terminou 2020 com resultados positivos, apesar das dificuldades da conjuntura econômica.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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