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Em nova campanha global, “Pessoas Antes de Produtos”, Panasonic expressa valores da marca em ações no combate ao COVID-19 ao redor do mundo

A Panasonic – líder mundial no desenvolvimento de tecnologias e soluções eletrônicas – quer celebrar os esforços e iniciativas da companhia que estão contribuindo para conter a propagação do vírus e amenizar os efeitos da crise do novo coronavírus nas comunidades ao redor do mundo.
O senso de comunidade inspirou todas as unidades da Panasonic a oferecer apoio às pessoas, expressando a empatia e a resiliência aprendidas pela empresa em outras crises, como a Segunda Guerra Mundial e a ocupação por tropas estrangeiras no período pós guerra. “Sempre buscamos contribuir com a sociedade fora da estrutura usual de produtos e tecnologia. Na pandemia, não foi diferente. Colocamos as pessoas em primeiro lugar e agimos buscando atender as necessidades da população”, explica Fabio Ribeiro, Gerente Geral de Marketing da Panasonic do Brasil.
A ação acontece nas redes sociais da Panasonic e conta com vídeos de até 50 segundos, onde os funcionários de cada unidade relatam sobre a contribuição no combate ao COVID-19 e marca a Panasonic de outra região, passando o bastão para que o outro colaborador faça o mesmo.
“Queremos reforçar o poder que a união das pessoas tem em contribuir com a sociedade em um momento como esse. O formato da campanha – de passar o bastão para o outro colaborador contar sobre a contribuição da Panasonic a qual pertence – remete ao revezamento da tocha olímpica. A proposta é justamente essa: manter acesa em nossos colaboradores a chama da solidariedade e mostrar que, para nós, mais do criar produtos, queremos desenvolver pessoas”, diz Fabio.
Ao todo 10 vídeos integram a campanha global da companhia, com depoimentos de colaboradores da Panasonic da América Latina, América do Norte, Oriente Médio, África, Europa, Ásia e Índia. Os curtas podem ser assistidos nas redes sociais – Twitter, Facebook, Linkedin e Instagram – nos perfis da Panasonic de cada região.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








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