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Em nova campanha, Americanas Empresas se une à Ana Hickmann em tour pelo home office mais famoso da internet

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A Americanas Empresas, plataforma de vendas B2B (business-to-business) da Americanas, lança nesta semana a campanha “Super Ofertas”, desenvolvida pela Adventures com foco em pequenas e médias empresas. Em parceria com a apresentadora e empreendedora Ana Hickmann, a marca apresenta no site, em ações nas redes sociais e no programa Hoje em Dia – atração comandada pela apresentadora – como os empreendedores podem encontrar tudo o que precisam na Americanas Empresas para equipar o próprio home office e da equipe. Durante a campanha, a marca contará com grandes ofertas em notebooks, celulares, infoacessórios e mobiliário de escritório. Os produtos podem, inclusive, ser entregues diretamente na casa de cada funcionário.

Após se tornar meme ao compartilhar uma foto da sua sala de estar, a casa da apresentadora Ana Hickmann voltará a ser tema na nova campanha. O público é convidado a conhecer o espaço de trabalho dela por meio de stories e publicações em suas redes sociais. Haverá também merchandising no programa Hoje em Dia, no qual a apresentadora convida pequenos e médios empresários a encontrar tudo o que precisam para seu home office.

“Queremos mostrar aos pequenos e médios empreendedores que a Americanas Empresas facilita a compra de tudo o que precisam em um só lugar. Além de ser uma marca que oferece sortimento e entrega rápida e segura, somos uma solução para tudo o que a sua empresa precisa. Temos ofertas exclusivas e condições específicas de pagamento para os empreendedores, além de contar com um canal de atendimento especializado para suas demandas” afirma Marcelo Nunes, diretor financeiro da B2W Digital.
A Americanas Empresas é a iniciativa da Americanas voltada exclusivamente para o cliente pessoa jurídica. Com amplo sortimento, a marca atende de microempreendedor a grandes empresas com itens de suprimentos (materiais de escritório, equipamentos de proteção e acessórios de informática) e itens de maior valor agregado (automação comercial e artigos para indústria, por exemplo). Além do grande sortimento, a marca oferece soluções específicas para facilitar a vida das empresas: entregas de itens no home office de funcionários, pagamento em até 24 vezes e cotação de preço para grandes quantidades. Tudo unificado em uma plataforma única de autosserviço.

As ativações da campanha foram desenvolvidas pela Adventures, parceiro de negócios para a nova era do marketing que, por meio de criatividade e tecnologia, alavanca resultados de grandes marcas. A empresa, que integra o grupo Adventures, Inc, foi responsável pelo racional da campanha, que apresentará ao público o home office da apresentadora, que ganhou as redes sociais ao compartilhar fotos de ambientes de sua casa.

“Criamos a campanha com base em um dos nossos principais lemas: focar onde a atenção das pessoas está e conduzir a marca no melhor caminho até elas”, conta Rapha Avellar, fundador da Adventures, Inc. “O home office é uma necessidade no cenário que estamos vivendo e vimos uma oportunidade de conectar o suporte que a Americanas Empresas oferece a todos os empreendedores para equipar seu home office e de seus times. Tudo isso por meio de um talento que ganhou a internet ao compartilhar fotos da sua casa. Decidimos então mostrar também o home office da Anna Hickmann”, avalia Avellar.
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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