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Em nova ação, will bank convoca influenciadores para desafio de beatbox

Ary Fontoura, Fabiana Karla, o ator Silvero Pereira e Will Smith Baiano, além de micro influenciadores de todo o Brasil em uma batalha de beatbox, já pensou? Esse é o desafio que o will bank propõe a partir de hoje a um time de influenciadores digitais, para mostrar que cuidar do seu dinheiro pode e deve ser algo fácil e divertido.
Entre os participantes principais estão Ary Fontoura, Fabiana Karla, Silvero Pereira, Carol Sandler (@finançasfemininas), Naio Barreto (Will Smith baiano), Dina Prates, Gui e Tavio (@vaicomguio) e Thiago Souza, além de outros 28 micro influenciadores comunitários de diversas regiões do país, como Complexo do Alemão e cidades do Nordeste como Feira de Santana, Olinda, Aracaju, Maceió, entre outras, selecionados em parceria com o projeto Digital Favela.
Durante a ação, que terá duração de duas semanas, os influenciadores principais serão convidados a reproduzir o passinho do “Aprovado do rolê”, uma coreografia com os cartões do banco digital e beatbox super divertida! Já os 28 micro influenciadores foram divididos em times, cada um apoiando um influenciador principal, e vão ajudar a animar a torcida na disputa, além de amplificar o alcance da ação.
“O #DesafioWill reforça a nossa crença de que é possível evoluir a relação com o dinheiro, e traduzem a linguagem leve com a qual nos comunicamos com nossos clientes. Já a escolha dos influenciadores, de diferentes perfis e regiões do Brasil, reforça nosso compromisso em ser não só o banco digital aprovado do rolê, mas também o mais democrático e inclusivo do país, pensado para todo e cada brasileiro”, explica Daniel Feitoza, CMO do will bank.
Para selecionar os 28 micro influenciadores, o will bank apostou em uma parceria com o projeto Digital Favela, uma plataforma de conexão entre marcas e microinfluenciadores comunitários do Brasil Inteiro. Por meio da plataforma, um morador de uma comunidade que tenha mais de mil seguidores nas redes sociais pode integrar o quadro de influenciadores do projeto e ser selecionada por empresas para ações comerciais. A ação foi idealizada pela Sparks.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








