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Em campanha estrelada por Michel Teló, OrthoDontic exalta importância do sorriso no mundo pós-pandemia

Com mais de 55% da população totalmente imunizada contra a Covid-19, já é possível sonhar com um Brasil pós-pandêmico. Refletindo sobre esse momento, a OrthoDontic, rede de clínicas de ortodontia , lançou a campanha de marketing “Novo Mundo, Novos Motivos para Sorrir”.
Estrelada pelo cantor de música sertaneja Michel Teló, a ação propõe uma reflexão sobre quais aprendizados foram tirados dos últimos meses e reforça a importância do cuidado com a saúde bucal. O vídeo de abertura se aprofunda nessas mensagens, que serão o mote da OrthoDontic até meados de 2022.
“Queremos continuar incentivando crianças, adolescentes, jovens e adultos a conquistarem um sorriso bonito e saudável, para que tenham cada vez mais motivos para sonharem e serem felizes”, conta Cláudia Consalter, diretora de Marketing e uma das sócias-fundadoras da rede.
A campanha, que terá duração de um ano, será composta por três filmes e contará com comunicação visual para a decoração das clínicas, além de postagens nas redes sociais.
O primeiro vídeo, com o tema “Novo Mundo, Novos Motivos para Sorrir”, tem como mote a maneira como o cuidado com a saúde se intensificou por conta da pandemia. O segundo, “Felicidade”, aborda como esse sentimento pode ser encontrado em detalhes e coisas pequenas do dia a dia. O último se chama “Sorriso” e é um manifesto da marca, focando em como tratamentos dentários proporcionam o bem-estar e podem aumentar a autoestima.
Essa é a terceira campanha da OrthoDontic estrelada por Michel Teló, garoto-propaganda da marca desde 2019. Foram duas institucionais e o lançamento do Dia do Sorriso, que acontece no dia 1º de outubro, no qual o cantor compôs uma música especial para a data.
A veiculação da campanha será por um ano e exclusivamente pela internet. Os clientes serão convidados a dividirem em suas redes sociais seus próprios motivos para sorrir, utilizando a hashtag #seusorrisovaleapena. As postagens poderão ser compartilhadas pela OrthoDontic, incentivando outros usuários a aderirem à ação.
Ficha técnica:
Criação: A Indústria Fantástica
Direção de criação: Jimmy Nisgoski
Produtora de filme: Deiró Moving Ideas
Produtora de áudio: Toro Áudio
Fotografia: André Nisgoski
Elenco:
Michel Teló, Ana Paske, Nathalie Yuki, Gabriel Kotaba, Hellisson Oliveira, Cinthia Monteiro, Bruna Pacheco.
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.








