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Elite Rede de Ensino lança campanha “No Elite, a jornada é completa”

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 Para iniciar o ciclo de matrículas de 2022, o Elite Rede de Ensino lança a campanha “No Elite, a jornada é completa”, celebrando a experiência dos alunos durante o percurso escolar. O objetivo é levar o “Toda vitória tem uma História”, conceito muito característico da rede, para outro patamar. Além de valorizar a vitória final, o Elite quer chamar atenção para a importância da história e do trajeto, com uma campanha impactante com forte apelo emocional, mas que também entregue os atributos racionais para a decisão do público.

A escola é o ambiente em que as crianças e os adolescentes passam a maior parte de seu tempo e o percurso escolar guarda os momentos inesquecíveis, que contribuem para o crescimento acadêmico e socioemocional dos estudantes. Por isso, a gerente de Marketing e Admissões do Elite, Carina Cassano, comenta sobre as experiências que o Elite Rede de Ensino busca proporcionar. “Todo mundo tem que escolher uma escola, mas a escolha de qual faz toda diferença. Queremos ser a escola que proporciona essas experiências para o aluno, onde ele vai ter lembranças, onde ele faz amigos, onde ele passa por desafios e onde ele descobre sua vocação profissional”, destaca Carina.

Já em termos visuais, a criação concedeu um refresh e trouxe um ar mais moderno à marca, refletindo os diferenciais positivos da rede e mantendo a humanização da marca.

A campanha é da Agência3. Por conta do atual contexto, que acentua a ansiedade e o estresse no dia a dia das famílias, pensou-se em estabelecer uma campanha de comunicação positiva para que o público potencial se sinta motivado e esperançoso. O intuito é trazer alunos e responsáveis para perto. As famílias precisam sentir que o Elite é a escolha certa para a necessidade delas.

Paulo Castro, CEO da Agência3, destrincha o trabalho realizado. “Fomos desafiados a focar mais na história do que na vitória. E mostrar a trajetória e as experiências vividas pelos alunos em cada fase escolar. No Elite, essa caminhada é muito rica. As matérias são aliadas a atividades como teatro, pintura, feira de cultura, olimpíada de Matemática, entre tantas outras. Esse foi o ponto de partida para o conceito “Jornada completa”. Mostramos como a ligação entre o dentro e fora da sala de aula refletem na vida do aluno. Tudo isso com uma linguagem moderna, racional e que evidencia os diferenciais do ensino Elite”, explica Castro.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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