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E21 lança campanha com 21 previsões para a comunicação em 2021

Destacar o poder das boas ideias. É com esse objetivo que a agência de multicomunicação, e21, dá as boas-vindas ao novo ano. Para ressaltar a força da criatividade, a empresa lança a campanha intitulada de “O ano da comunicação em 21 previsões autorrealizáveis”. Ou seja, 21 tendências para a comunicação – com ações que já foram colocadas em prática na agência. Tudo isso para trazer ainda mais força para o ano de 2021, ou melhor, 20e21.
Lançada em janeiro deste ano, a campanha brinca com o fato de ser a “agência do ano”, trazendo uma reflexão profética de uma agência de propaganda ideal em 20e21.
Ademais, a e21 propõe também uma reflexão completa sobre a ressignificação do negócio, mostrando o quanto uma agência precisa hoje, ser (e fazer). E isso vai muito além da criação e da execução publicitária strictu-sensu. É preciso ir mais longe. E esta foi sua grande sacada. A agência começa o ano reafirmando seu compromisso com o futuro. Confira.
Sobre a campanha
A ação é composta por 21 materiais diferentes, envolvendo Redes Sociais, Mídia Digital e Comunicação Dirigida. Além disso, será o norteador estratégico de atuação da agência. Durante as 21 primeiras semanas de 20e21 serão divulgados novos conteúdos, onde cada previsão é destrinchada.
Dentre as fortes tendências para 20e21, uma mais chama atenção: não basta ser só mais uma agência de publicidade, é preciso ser uma empresa de amplos serviços de marketing, ser um parceiro integrador em tecnologia de comunicação das marcas. E isso a e21 já faz.
A empresa se preocupa em criar um mapa estratégico para cada cliente, com o intuito de alinhar objetivos empresariais e direcionamentos de comunicação. Além disso, mantém atualizado um painel de análise da presença web dos clientes, mapeando performance x objetivos, a tão falada análise de dados. Coisa que é fundamental nos dias atuais para se ter/criar uma presença forte de marca.
Storytelling + Design + Conteúdo = Fórmula perfeita
Vale ressaltar que, a e21 é uma estrutura única em termos de atuação, composta por profissionais que valorizam ideias de negócios além da propaganda. Ideias que depois acabam virando cases de sucesso.
Para o Diretor-Presidente da e21, Luciano Vignoli, “a regra número 1 para uma marca se manter no jogo será exercitar a tecnologia tão rápido quanto seus consumidores”. Vignoli ainda complementa que a combinação do Storytelling + Design + Conteúdo acaba se tornando a fórmula perfeita. “Na e21, acreditamos que uma ideia competitiva sólida – refletida numa boa história de marca – garante a clareza sobre a visão da empresa e garante o atingimento repetido e crescente de padrões de resultado”, conclui ele.
Para saber mais, acesse o Hub e21 e leia na íntegra as 21 previsões para a comunicação em 20e21.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.
A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.
Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.
Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.
Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.
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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.
A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.
Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.
Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.
O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.









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