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Duolingo lança campanha para reforçar que “Falar Inglês Não Custa”

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Duolingo lança campanha para reforçar que “Falar Inglês Não Custa”

Duolingo, plataforma de aprendizado de idiomas mais popular e o app educacional mais baixado do mundo, apresenta sua nova campanha no BrasilFalar Inglês Não Custa.

Uma co-criação da Jotacom com a agência de publicidade mexicana Montalvo, a ação é totalmente digital e busca conquistar novos alunos no país com a mensagem principal de que com o Duolingo é possível aprender um novo idioma de forma gratuita, divertida e eficaz em qualquer lugar.

No TikTok, a corujinha Duo e os outros personagens do app ensinam o significado de #fy, #trend, #stitch e #cringe em 15 segundos. Também foram desenvolvidos criativos para plataformas como Facebook e Google, Pinterest, e Playable Ads – formato gamificado onde o usuário pode testar o aplicativo antes mesmo de instalá-lo.

Em outra das versões, as palavras travel (viajar), free (grátis), now (agora) e speak (falar) aparecem com suas traduções e pronúncias“free” é grátis em inglês e falar inglês não custa. A campanha ainda mostra que aprender com o Duolingo é natural e destaca os elementos de gamificação e Inteligência Artificial, que têm papel fundamental na motivação dos alunos, e será veiculada durante todo o mês de agosto.

O Brasil faz parte do Top 3 dos mercados do app, que tem 500 milhões de usuários ao redor do mundo. O país também é o que mais estuda inglês, com 61% dos alunos brasileiros escolhendo aprender ou praticar o idioma. Além disso, estudar uma língua no Duolingo é comprovadamente efetivo: um estudo revelou que aprender uma nova língua no app equivale a quatro semestres em uma universidade.

“Nossa missão, que é levar educação de qualidade de forma gratuita para todo o mundo, e a campanha Falar Inglês Não Custa está muito alinhada com isso. Também é um prazer trazer novidades para o mercado brasileiro – como o podcast “Histórias em Inglês”, lançado em julho – e trabalhar com os 30 milhões de alunos no Brasil”, conta Analigia MartinsDiretora de Marketing do Duolingo no Brasil.

Recentemente, o RankMyApp elencou o Duolingo como o aplicativo #1 em educação no primeiro semestre de 2021 tanto no Google Play quanto na App Store.

Falar Inglês Não Custa também será veiculada nos perfis do Duolingo no Instagram, Twitter e Facebook durante todo o mês de agosto.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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