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DMCard projeta fechar 2021 com mais um recorde movimentando R$ 3,85 bilhões nos cartões

Nos resultados financeiros da empresa consolidados até terceiro trimestre deste ano, a instituição já acumulava quase R$ 3 bi em pagamentos realizados nos cartões de loja e no DMCard Mastercard. Com as vendas de Natal e após uma injeção de R$ 300 milhões em crédito no mercado, em novembro, a empresa espera bater um novo recorde com a previsão de fechar 2021 movimentando R$ 3,85 bilhões, o que representaria um crescimento de 44% em comparação com o último ano.
De toda essa movimentação, uma fatia de pouco mais de 10% é referente aos pagamentos realizados com o cartão DMCard Mastercard, produto lançado no ano passado e que a instituição espera que, até o fim de 2021, ultrapasse a marca de R$ 424 milhões em compras crescendo 20% em comparação com 2020, quando movimentou R$ 354 milhões.
“Além de nossas boas expectativas de avanço agressivo nesse finalzinho de ano, outro fenômeno tem colaborado para os nossos resultados. Os cartões de crédito, seja o cartão private label da loja ou o bandeirado, estão sendo cada vez mais procurados para poder manter ou incrementar o poder de compra do consumidor, principalmente em datas especiais para o comércio”, destaca Tharik Moura, Diretor Estratégico e CFO da DMCard.
Um ano positivo para a presença da DMCard no mercado financeiro
Este ano, após alcançar nota “A-“ pela Fitch Ratings e “AA-“ pela S&P Global, em um duplo processo de rating com resultados bastante positivos, a DMCard captou R$ 100 milhões em um Bookbuilding. A Coordenadora Líder da Oferta foi a XP Investimentos.
“Normalmente, nossas captações anteriores se davam apenas por meio de emissão estruturada de debêntures. Tais estruturas já vinham sinalizando ao mercado que somos uma empresa extremamente sólida, além de garantir nosso crescimento acelerado”, conta Moura.
“Os investidores têm entendido que o cartão de loja, nosso principal produto de crédito, tem se tornado essencial para manter o poder de compra das classes mais baixas em momentos de cenário econômico desafiador como o que vivemos. Ou seja, uma ferramenta estratégica para as famílias e também para o varejo”.
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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.







