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Dailus anuncia assistente virtual “DAI”

Seguindo a tendência de outras marcas, a Dailus lançou uma assistente virtual para atender os consumidores no site e no SAC da empresa, em que ela atuará a partir de 8 de abril. O intuito é que a personagem promova aproximação e identificação do público com a marca, e, por isso, o visual da assistente pôde ser votado pelos internautas na conta do Instagram da Dailus.
A empresa rompe com a padronização dos corpos ao apresentar uma assistente gorda, com cabelo cor de rosa e tatuagens, e busca a representatividade de características que não costumam ser vistas na mídia e nem mesmo em outras atendentes virtuais, como a Lu, do Magazine Luiza.
Dai é uma jovem de 22 anos, nail artist, produtora de conteúdo nata (sonha ser influencer), tagarela profissional, louca da astrologia e expert em comprinhas on-line. É encantadora na forma de se comunicar, debochada na medida certa, sensível e empática. Traz carisma e empolgação em sua fala, o seu lado criativo sempre fala mais alto.
Desenvolvimento da assistente
O projeto 3D da Dai foi idealizado pelo Caraminholas Estúdio, que já criou outros personagens virtuais. De acordo com o site do Caraminholas, a missão da oficina é “criar micro-revoluções, ou seja, impactar de forma positiva e transformadora as pessoas que entram em contato com nossas iniciativas”. Os valores do estúdio tiveram efeito na criação da personagem, que por si só, já representa uma mudança no padrão estético encontrado na mídia e que reflete na aparência das assistentes virtuais.
“A criação da Dai foi um processo muito especial para nós, pois conseguimos reunir as impressões e opiniões de clientes e de colaboradores. Com o envolvimento de todos, atingimos o nosso objetivo, uma assistente virtual que refletisse, de fato, a imagem da DAILUS, uma marca confiável, criativa e democrática.” complementa a diretora de marketing, Carolina Bertelli.
Hoje finalmente foi lançada a Dai, assistente virtual da Dailus.
A criação da personagem (e de outras duas) que foi escolhida por voto dos seguidores no instagram foi desta que vos fala, e depois de escolhida ela virou filhinha de outro artista que a transformou em 3D pic.twitter.com/iM2IWvrkYc
— Karina Beraldo – commissions open (@KaksBeraldo) April 8, 2021
O boom das assistentes virtuais
Nos últimos tempos, as estratégias digitais das marcas têm se voltado para a criação de assistentes virtuais que atendem os clientes em tempo real. Empresas como Magazine Luiza, com a Lu, a Natura, com a Nat e o Bradesco, com a Bia, apostaram nas atendentes para oferecer um atendimento personalizado, rápido e que se aproxima, de forma quase emocional, dos consumidores.
As personagens, em maior parte representam figuras femininas e tendem a interagir não somente no e-commerce, mas também aparecem nas redes sociais e propagandas da marca, fortalecendo ainda mais o vínculo com os clientes. A personificação das empresas por meio das assistentes tem como principal objetivo se distanciar da imagem “fria” que os estabelecimentos costumam ter para o público.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.
A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.
A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.
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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.
Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.
O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.
A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.
A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.
A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.
Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.








