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Cresol lança campanha drible com craques do esporte

Já parou para pensar que o setor esportivo e o financeiro podem ter mais coisas em comum do que imaginamos? Foi justamente encontrando as semelhanças entre estes dois universos que a Cresol, uma das principais cooperativas de crédito no País, buscou inspiração para fazer a campanha nacional “Drible”, que estreia agora em fevereiro.
A campanha, desenvolvida pela Diretoria de Comunicação e Relacionamento da Cresol e executada pela agência paranaense Idéxis, mostra como as pessoas driblam os percalços do dia a dia, fazendo um paralelo ao esporte, uma das principais bandeiras da instituição.
Com alcance nacional e veiculação em TV, rádio, jornais e revistas nas praças onde a Cresol atua, além das plataformas digitais, a ação contará com a participação de quatro atletas de alto rendimento: Leozinho (ala da Seleção Brasileira de Futsal), Camila Soares (zagueira/volante da Seleção Brasileira de Futebol), Franciane Richter(jogadora de vôlei) e Anderson Ferreira (jogador da Seleção Brasileira de Basquete em cadeira de rodas), além de outras esportistas como elenco de apoio.
Foram produzidos manifesto e testemunhais que serão disponibilizados em diferentes versões. Além disso, a campanha também contará com bumpers e spots adaptados para as redes sociais.
No primeiro, o filme mostra os quatro atletas em “situações de jogo”, que os estimulam a ações como: fazer escolhas, ter iniciativa, movimentar-se, ousar, cooperar, confiar, para dominarem a situação e atingirem seus objetivos. O enredo é finalizado com a formação de um time composto por diversos jogadores, de modalidades distintas, e a torcida comemorando, reforçando a importância destas atitudes e de saber com quem contar na vida.
Já no segundo, em formato testemunhal, os quatro atletas trazem depoimentos de acordo com a sua vivência, onde a intenção é demonstrar que mesmo cada um tendo o seu jeito, se todos cooperarem é possível “jogar junto”.
“A ideia central é demonstrarmos que driblar as adversidades da vida é essencial. Queremos reforçar a importância de fazer boas escolhas, inclusive financeiras, fazer um bom planejamento, sempre procurando parceiros confiáveis que possam nos ajudar a alcançar todos os objetivos. Além disso, fazendo um comparativo entre esporte e finanças, principalmente nas modalidades de esporte coletivo, a cooperação é a palavra-chave para que as coisas aconteçam e essa também é a essência da Cresol. Por isso, iniciarmos 2022 com uma campanha com este tema é muito significativo e propício para o contexto da nossa atuação”, explica Adriano Michelon, vice-presidente da Cresol.
Para as gravações foram utilizados dois ginásios esportivos da cidade de Cascavel (PR), mesma cidade da Agência Idéxis, que é a responsável pela criação de todos os roteiros da campanha, e da Check Films, que ficou com a parte da produção dos filmes.
Ficha técnica
Agência: Idéxis
Criação e roteiro: Suellen Colpani
Produtora: Check Films
Direção de cena: Douglas Frigeri
Direção de fotografia: Luiz Maximiano
Diretor de produção: Carol Liviera
Direção de arte: Suellen Colpani
Maquinária: Check Films
Atores / atletas: Leozinho (Futsal), Franciane (Vôlei), Camila (Futebol), Anderson (Basquete)
Edição, finalização e color: Check Films
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Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.
A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.
Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.
Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.
Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.
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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.
A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.
Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.
Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.
O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.








