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Confira 6 razões para inserir vídeos interativos na sua estratégia de marketing

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Confira 6 razões para inserir vídeos interativos na sua estratégia de marketing

Em terra de marketing digital, o conteúdo é Rei, mas a estratégia é a Rainha. Definir planos estratégicos que alcancem o público-alvo nem sempre é uma tarefa fácil, é preciso análise do mercado, das personas e do cenário para ter sucesso em uma campanha. É nesta hora que os vídeos interativos cumprem um importante papel na estratégia de marketing da empresa, podendo elevar o engajamento em até 10x, atrair e reter mais clientes.

Desta forma, Rodolfo Gomes, sócio da PPT GO, empresa especializada em apresentações de alto impacto e vídeos interativos, listou seis razões para você começar a usar a tecnologia dos produtos audiovisuais com interatividade nas suas estratégias de marketing.

1 – Aumento da taxa de conclusão

No marketing digital, já entendemos a importância dos vídeos para auxiliar no despertar de gatilhos mentais dos potenciais clientes. O que provavelmente você não sabe é que os vídeos interativos têm uma taxa de conclusão – vídeos assistidos até o fim –  36x maior do que as dos vídeos comuns.

2 – Crescimento nas vendas

Melhor do que ter um público engajado é ter um público cativo, que segue, que se torna fiel e adquire seu produto ou serviço. Os profissionais que utilizam vídeos interativos para suas vendas aumentam 25% das suas conversões, resultando na venda de produtos.

3 – Fortalece o seu storytelling

Um bom storytelling não é apenas uma história bem contada, mas a forma como esta história interage com a audiência. O formato de vídeos interativos facilita este processo, tornando a experiência de contar uma narrativa mais fluida em processos de comunicação.

4 – Valorização da experiência

Ao interagir com o vídeo, o espectador mantém uma atenção maior ao conteúdo e essa conexão pode chegar até 591% na atividade do usuário.

5 – Conteúdo rastreável

Sem dúvidas, uma das grandes vantagens da Internet é entender a origem das pessoas que chegam até você. E isso não é diferente com o vídeo interativo. Esta rastreabilidade permite que você, como produtor de conteúdo, consiga visualizar a trajetória do usuário até a conversão.

6 – A interação no controle

Uma pesquisa do Mobilemarketer aponta que 47% das pessoas assistem mais tempo a um vídeo interativo do que um convencional. Isso pode ser uma oportunidade para dar mais autonomia ao espectador vivenciar a experiência conforme suas necessidades de obter informações e também auxilia no entendimento dos pontos-chaves para a inserção da interação ao longo do vídeo.

Além das razões listadas acima, essa modalidade de vídeos também possibilita uma maior  captação de leads, resultando em retorno de investimento e contribuindo para a consciência e reconhecimento da marca. “Com o avanço da tecnologia durante a Covid-19, o engajamento das marcas com seus colaboradores e clientes se tornou uma necessidade de mercado”, afirma Gomes, que ressalta, “na PPT GO, a Go Vídeos oferece ao usuário uma nova maneira de apresentar vídeos, garantindo a interatividade e a produção de um conteúdo de impacto. A escolha do vídeo interativo como estratégia de marketing traz soluções inteligentes de acompanhar a jornada do seu espectador, seja ele um potencial cliente ou um membro da sua equipe.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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