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Confeitaria lança versão especial de doce para conscientização

A Mendelics, maior laboratório de análise genômica da América Latina, e a confeitaria PikurruchA’S se uniram para criar uma sobremesa: o “Pikugateau Raro”. A edição limitada do doce será lançada em 28 de fevereiro, e ficará disponível até 5 de março. A iniciativa tem como objetivo conscientizar sobre o Dia Mundial das Doenças Raras, uma vez que existem mais de 6 mil doenças raras diferentes já documentadas e cerca de 13 milhões de brasileiros que convivem com elas.
A ação faz parte da campanha Os Raros São Muitos, criada pela Mendelics, que visa fomentar debate e informar sobre o tema. Uma em cada 20 pessoas nasce com uma doença rara, mas a conversa sobre o assunto ainda é limitada, o que impacta diretamente na dificuldade de diagnóstico de doenças raras no país.
A maioria dos pacientes enfrenta uma longa jornada diagnóstica, passando por médicos de diferentes especialidades e prolongando o tempo sem uma conclusão precisa. Diante desse cenário, os exames genéticos se tornaram uma esperança para pacientes e seus familiares na busca por respostas e tratamentos, visto que 80% dessas doenças têm origem genética.
O Dia das Doenças Raras acontece oficialmente na data mais rara do calendário, 29 de fevereiro, que só ocorre a cada quatro anos. Este ano a ocasião foi lembrada no dia 28 de fevereiro, dia em que o doce foi lançado. O Pikugateau é a sobremesa mais famosa da PikurruchA’S e representa uma versão especial do clássico Petit Gateau.
“Ficamos muito tocados em poder criar algo com uma mensagem tão importante e com a nossa própria pitada de carinho. A PikurruchA’s é movida pelo amor, e sermos convidados para participar dessa ação, que foi feita para ajudar o próximo, é um grande motivo de orgulho”, afirma Ana Lygia, fundadora da PikurruchA’s.
Junto ao Pikugateau Raro, o cliente receberá um cartão com um QR Code que o levará a um site com a curadoria dos especialistas da Mendelics que contêm informações relevantes sobre o assunto, tanto para profissionais da saúde, quanto para o público em geral, pacientes e pessoas que fazem parte de redes de apoio.
O doce ficará disponível nas três unidades da PikurruchA’S, sendo duas em São Paulo, nos bairros Tatuapé e Perdizes, e em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








