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Comércio conversacional pode alavancar e-commerce nos mercados emergentes

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É fato que o comércio eletrônico bateu recordes em 2020 com o aumento da demanda na pandemia, já que as restrições de circulação faz com que os consumidores realizem mais compras online.

Desafios dos mercados emergentes

Apesar desse aumento significativo no setor, dados mostram que o e-commerce ainda não é uma solução definitiva para alguns mercados emergentes pelos seguintes motivos:

  1. Falta de conhecimento digital

Segundo o relatório Global Skills Ranking, que mede uma série de indicadores de acesso a Tecnologia como: penetração de internet, acesso a banda larga, posse de dispositivos móveis, criação de websites, desenvolvimento de aplicativos assim como conhecimentos básicos de tecnologia, o Brasil está em 59º lugar entre 134 países, se classificando como país atrasado. Essa posição no ranking ainda dificulta uma maior adoção e desenvolvimento de sites de e-commerce. 

  1. Tecnologia dos celulares utilizados

Uma pesquisa realizada pela Counterpoint, revela que os celulares utilizados pela maior parte da população brasileira são aparelhos mais baratos e com menos tecnologia, não permitindo a instalação de muitos aplicativos.

  1. Planos de internet

O terceiro ponto tem relação com o plano de internet dos brasileiros, 62% dos usuários de celular possuem planos pré-pagos, o que significa que o download e utilização de aplicativos é algo caro para a maior parte dos usuários. Em contrapartida no Brasil acontece uma utilização massiva em aplicativos como Facebook e Whatsapp. 

Todos esses fatores acabam sendo uma barreira para compras online, ao ponto que 76% dos brasileiros nunca compraram online.  

Oportunidades para o comércio conversacional nos mercados emergentes

Por conta desses desafios, o comércio conversacional, ou aqueles que se utilizam de plataformas de conversação como WhatsApp e o Facebook Messenger, aparecem como uma grande solução para empresas que querem se conectar de forma rápida, eficiência e orgânica com seus consumidores. Essas soluções são especialmente importantes porque não requerem que os usuários tenham celulares de última geração ou um grande plano de dados para navegar em sites de e-commerce. 

Uma solução de comércio conversacional que vem ganhando espaço, e que recentemente recebeu investimento do brasileiro Eduardo Saverin, é a Yalo Chat, uma empresa especializada em chatbots. A gigante do comércio conversacional nos contou em entrevista exclusiva como no chatbots há diversas maneiras de se aproximar de seus alvos são inúmeras, basta você ter uma boa estratégia.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Vivo faz estreia em ações de conteúdo na novela ‘Quem Ama Cuida’ em parceria com a Globo e GALERIA.ag

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A Vivo estreou nas ações de conteúdo de ‘Quem Ama Cuida’ em uma parceria desenvolvida pela agência GALERIA.ag em conjunto com a TV Globo. A marca de telecomunicações integrou-se à trama para destacar os atributos técnicos do Vivo Fibra — como estabilidade, velocidade e cobertura Wi-Fi — e a presença do serviço na rotina das famílias brasileiras.

A inserção ocorreu no capítulo exibido na segunda-feira, dia 3 de agosto de 2026, durante uma cena de tensão com a personagem Pilar (Isabel Teixeira). No enredo, após uma explosão de raiva em que Pilar destrói diversos objetos do cenário, o único item preservado é o modem do Vivo Fibra. Na sequência, a personagem Tilde (Luana Martau) intervém para resguardar o equipamento, utilizando uma abordagem bem-humorada para abordar a importância da conectividade na residência.

A ação de merchandising destacou atributos operacionais do Vivo Fibra, ressaltando o suporte a demandas simultâneas como streaming, jogos online, videochamadas e o uso de tecnologias como o padrão Wi-Fi 7 em planos ultrarrápidos.

A estratégia de mídia desdobrou-se também para o intervalo comercial sequencial. O break contextualizado deu continuidade à estética da cena da novela: em câmera lenta, objetos aparecem se despedaçando contra as paredes, mantendo o tom dramático do folhetim até a câmera focar novamente no modem preservado no centro da sala.

A peça publicitária encerra-se com o conceito: “Perder a calma é uma coisa… mas ficar sem Vivo Fibra, isso nem na novela”, conectando a narrativa da ficção com a oferta de serviços de banda larga da operadora.

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Pague Menos lança campanha “Pague Menos Scan” e transforma frase do varejo em cupons de desconto

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A  rede de farmácias Pague Menos apresentou a campanha “Pague Menos Scan”, uma estratégia de mídia alternativa desenvolvida para transformar a tradicional expressão “Pague Menos” — amplamente utilizada no comércio em anúncios, embalagens e folhetos promocionais — em um canal direto de conversão para a marca.

Criada pela agência Lola\TBWA, a ação funciona como um hack de mídia digital. Por meio de um hotsite acessível via smartphone durante todo o mês de agosto de 2026, o consumidor utiliza a câmera do celular para escanear o texto “Pague Menos” onde quer que ele esteja impresso ou exibido digitalmente — incluindo embalagens de produtos, encartes de supermercados, aplicativos de entrega ou vitrines de redes concorrentes.

Ao reconhecer a frase, o sistema valida a leitura e libera automaticamente cupons e ofertas exclusivas no e-commerce e no aplicativo oficial da Pague Menos. As condições promocionais contemplam benefícios das mecânicas “Combinou, Descontou” e “Piscou, Perdeu”, além de descontos aplicáveis aos serviços oferecidos nos Consultórios Farmacêuticos da rede.

A ideia criativa partiu de dados de uma pesquisa realizada pela Score em 2025, indicando que 83% dos consumidores brasileiros escolhem marcas motivados por promoções recentes, combinando a busca por economia com o hábito de consumo do público. “Durante anos, o mercado usou a expressão ‘Pague Menos’ como atrativo de vendas. A única coisa que fizemos foi finalmente assumir esse marketing gratuito que o varejo já proporciona naturalmente, fazendo jus ao nome da nossa marca”, destaca Marcel Desco, vice-presidente de clientes da Pague Menos. A gerente de marketing da rede, Thaisy Barbosa, reforça que a iniciativa utiliza a tecnologia para criar engajamento direto e reforçar a presença do ecossistema digital da empresa.

Para a agência responsável pelo projeto, o foco foi transformar um termo recorrente na comunicação do varejo em ativo de marca. “As melhores ideias costumam estar escondidas em lugares óbvios. Todo o varejo brasileiro usa a expressão ‘Pague Menos’ há décadas. Em vez de disputar esse espaço, decidimos transformá-lo em mídia para a própria marca. Pegamos uma frase que já faz parte da paisagem do consumo e demos a ela um significado literal”, conclui Leo Macias, CCO da Lola\TBWA.

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