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Com o mote “Perfeita é a mãe”, Ipanema celebra a jornada das mães reais em sua nova campanha

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“Tá na hora da gente reconhecer que: mãe perfeita é a mãe que você consegue ser”. Essa é a frase que sintetiza o olhar da Ipanema em sua nova campanha, impulsionada pelo Dia das Mães. A marca da Grendene, há mais de 20 anos, se desenvolve conectada a narrativas femininas plurais e, em uma das datas mais significativas na jornada de muitas mulheres, a Ipanema se une a mães para lembrar que “Perfeita é a mãe” (mote da campanha) e refletir sobre maternidade em uma estratégia que conta com um filme publicitário e ativações digitais nas redes sociais e no podcast.

Com as influenciadoras Michele Passa (@michelepassa), Pam Nascimento (@pamnasccimento) e o casal Cristina Vidigal e Natalia Duarte de Oliveira (@duasmamaesdotheoebe), o filme criado pela agência Mutato caminha por uma estética inspirada nas redes sociais para exaltar a liberdade e as diferentes formas de ser mãe, além de celebrar os passos dessa jornada única que é maternar. O visual, inclusive, imerge o espectador diretamente na estratégia digital da Ipanema. A partir da criação de um sticker, pela ferramenta “Use a sua”, do Instagram, a marca busca destacar que as mães fazem o melhor possível a partir de suas possibilidades e vivem essa experiência de diferentes perspectivas.

Materializando o conceito proposto de ponta a ponta, a marca trouxe para este momento o empreendedorismo materno para além da criação de conteúdo e se conecta a outras quatro mulheres que conhecem bem a realidade dessa experiência para a criação de kits para ativar influenciadoras de forma orgânica. “É fundamental para nós que esse olhar carinhoso, de cuidado com quem cuida de nós, atravesse cada etapa da nossa estratégia. Isso passa pelo poder do elogio, o que casa muito bem com o tom de voz da Ipanema, mas também passa por dar visibilidade para o trabalho que essas mães têm além da própria maternidade, assim como criar um espaço seguro para reflexões em primeira pessoa, objetivo que conquistamos através do podcast da Isadora, que, além de mãe, é uma grande parceira da marca”, conclui Daiane Fischer, gerente de marca e comunicação da Ipanema e mãe do Lorenzo.

FICHA TÉCNICA – MUTATO

Título: Perfeita é a mãe!

Agência: Mutato

Cliente/Produto: Grendene | Ipanema

co-CEOs: Andre Passamani e Eduardo Camargo

VP de Criação: Eduardo Camargo

Diretora Executiva de Criação: Alessandra Muccillo

Diretora de Criação: Camila Hessel

Criação: Patricia Battistin, Ellen Rodrigues, Gabriela Ramalho, Wilson Junior, Nathan Santos, Sabrina Mares e Mariane Oliveira

Diretora de Estratégia: Juliana Morganti

Estratégia: Izabella Demercian e Natália Gomes

Diretor de Mídia: Felipe Arruda

Mídia: Paola Bastos e Débora Gimenes

VP de Negócios: Décio Freitas

Diretora de Contas: Adriana Barreto

Atendimento: Bárbara Sant’anna e Bruna Silveira

VP de Operações: Daniel Ceconello

Produtora de Imagem

Direção Geral: Estúdio Bingo

Direção de Criação e Fotografia: Eliza Guerra

Direção de arte: Mariel Dodd, Carol Resende

Produção Executiva: Mari Cezário

Assistente de Direção: Tainá Evaristo

Assistente de Produção: Lari Dornas

Assistentes de arte: Anna Camilo e Amanda Rios

Direção de Vídeo: Vito Soares

Direção de Fotografia: Luan Kraz

1º AC: Rafael Tonelli

Vídeos Reels: Thiago Santos

Chefe de maquinária: Luciano Juruna

Chefe de Elétrica: Bispo

Assistente de elétrica: Jorjão Alvarenga

Operador de Som Direto: Rodrigo Aquino

Styling: Maria Cândida

Assistente de styling: Bruna Campi

Beleza: Renata Vilela

Contrarregras: Leandro Marra e Israel Silva

Trilha sonora: Rafael Fantini

Locução: Ciça Hermann

Edição e finalização: Zefini

Assistentes de Fotografia Still: Tiago Nunes e Mauro Figa

Atendimento: Amanda Rios

Manicure: Natalina

Limpeza: Iara Morais

Catering: Balance

Aprovação/Cliente: Daiane Fischer, Maria Fernanda Paul, Marina Pozza, Verônica Balbinot, Ketlyn Couto e Giuliana Schemes

 

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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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