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Com maior painel digital em Aeroportos da América Latina, NEOOH assume mídia externa do Aeroporto Internacional de Brasília

Líder nacional no segmento de mídia out of home em aeroportos e terminais rodoviários, a NEOOH amplia ainda mais seu portfólio ao assumir o projeto de mídia exterior do Aeroporto Internacional de Brasília – Juscelino Kubitschek, terceiro maior do Brasil em número de passageiros transportados e administrado pela Inframérica. Com o novo contrato, a empresa passa a ser responsável por criar, gerenciar e comercializar todos os espaços de mídia e projetos especiais realizados na área externa do complexo, em circuito estratégico que impacta 100% do fluxo de passageiros e acompanhantes que frequentam o terminal.
Para garantir a maior e mais efetiva exposição de marcas e conteúdo, a NEOOH idealizou um projeto personalizado com a renovação total da mídia, que tem como destaque o maior painel digital de aeroportos da América Latina, formado por duas torres de LED com mais de 200m² de área total de exposição, posicionado em ponto estratégico que garante visibilidade tanto na via de acesso de embarque quanto na de desembarque. O projeto em Brasília terá ainda outros equipamentos digitais em LED, com máxima exposição e conexão, permitindo atualizações em tempo real e mídia programática.
“Acabamos de entregar para Brasília um dos mais completos e impactantes projetos de mídia OOH da América Latina. Estamos falando de peças icônicas, altíssima resolução, conteúdo feito sob medida e formatos diferenciados, adaptados a cada ponto e oportunidade. Temos a certeza de que este projeto será referência em mídia digital out of home no Brasil e no mundo”, destaca Leonardo Chebly, CEO da NEOOH.
Além do maior painel digital de mídia em aeroportos da América Latina, integram o projeto outra torre de grande impacto na área de embarque do terminal; dois mega painéis em formato “bandeira”, com 8 metros de largura cada, atingindo o fluxo de embarque e desembarque; e dois sequenciais com três totens cada, para mensagens complementares. Também ficará a cargo da NEOOH a exploração de pontos estratégicos da área externa para ativações especiais de grande impacto, assim como todo o projeto de expansão e novos ativos que o aeroporto vem realizando na área externa do Terminal.
“A partir da parceria com a NEOOH, vamos levar o terminal brasiliense para um novo patamar de mídia OOH. Com as novas mídias externas nos novos empreendimentos da Inframerica, criamos em conjunto um circuito que impactará todos os passageiros e frequentadores, incluindo um painel digital de proporções únicas na América Latina e projetos especiais e inovadores que vão garantir uma ótima experiência para as pessoas e marcas”, afirma Ian Joels, diretor comercial da Inframerica.
NEOOH em Natal
Outra novidade no portfólio da NEOOH é a conquista do Aeroporto de Natal. Assim como o Aeroporto Internacional de Brasília, o terminal é administrado pela Inframérica, que escolheu a NEOOH para cuidar de toda a gestão de espaços e oportunidades de mídia do complexo, nas áreas interna e externa.
A NEOOH é a única empresa de OOH a estar presente em 5 dos 7 maiores aeroportos do País – Congonhas (SP), Santos Dumont (RJ), Internacional de Brasília (DF), Belo Horizonte (MG) e Viracopos (SP) – e opera com exclusividade a mídia nos Terminais Rodoviários de São Paulo – Tietê, Barra Funda e Jabaquara. Recentemente, também assumiu todo a mídia da Praça Unitah, terminais urbanos remodelados que interligam algumas das principais estações de metrô da capital paulista, nas linhas Vermelha e Azul. Com isso, a empresa opera atualmente em 20 estados brasileiros, impactando mais de 750 milhões de passageiros por ano.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








