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Com Fábio Porchat, Intuit QuickBooks discute relação das PMEs com as finanças e papel do contador

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A Intuit QuickBooks, fintech americana que desenvolve soluções de gestão financeira para pequenas empresas e empresas de contabilidade promove, a partir deste mês, a campanha QuickBooks – Histórias de Contadores, que tem como objetivo inspirar empreendedores a olharem de uma forma diferente para seus contadores e para a gestão financeira de suas empresas.

A campanha conta com a participação do ator e humorista Fabio Porchat. O motivo pela escolha foi o engajamento do ator com a crise vivida por empreendedores com a pandemia da COVID-19, que cedeu suas redes sociais para dar visibilidade a pequenas empresas, e também com o desejo da Intuit de desmistificar a percepção que as PMEs têm sobre os contadores.

Davi Viana, Head de Vendas & Marketing da Intuit, explica que sempre existiu um descompasso na troca de informações entre empreendedores e seus contadores. “Geralmente, a relação dos contadores com os seus clientes envolve pedir documentos todos os meses e depois enviar impostos para eles pagarem. Com isso, muitos empreendedores não enxergam o real potencial de uma parceria com seus contadores. A partir do momento que ambos trabalham integrados, usam tecnologia para facilitar a troca de documentos, o contador passa a acompanhar as transações financeiras dos seus clientes em tempo real e consegue agir de forma mais estratégica, auxiliando-os na tomada de decisão”, comenta.

Um dos diferenciais da campanha é mostrar exemplos reais de empreendedores que foram impactados positivamente por contadores, mas de uma forma leve e bem-humorada. Para isso, serão veiculados três vídeos diferentes – todos com Fabio Porchat encenando a realidade dos empreendedores antes da transformação promovida por seus contadores em seus negócios. “Produzir uma campanha como essa, baseada em histórias reais, em tempos de pandemia, exigiu um esforço coletivo muito especial envolvendo agência, cliente, produtora e até o Porchat, que nos cedeu a sua própria casa para que cenografássemos os ambientes onde as histórias dos empreendedores foram retratadas”, afirma Sthefan Ko, ECD da iD\TBWA, agência que assina a campanha.

Além disso, a ação reforça o posicionamento da Intuit no mercado brasileiro e a aposta no mercado de contabilidade. “Queremos que os contadores nos vejam como uma força que pode impulsionar os negócios deles – no final do dia, todo mundo ganha: os empreendedores passam a ter as finanças em dia e consultoria financeira, os contadores passam a ter clientes mais felizes e organizados e o QuickBooks passa a ser o motor que agrega valor nessa relação e promove a transformação”, explica Viana.

A campanha da Intuit QuickBooks começou no dia 8 de julho e será veiculada em canais em TV aberta e fechada, mídias digitais diversas e ativações especiais nas plataformas online, como uma live que acontecerá no perfil do Porchat.

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Nissin promove “Batalha de Sabores” para disputar a preferência do consumidor em campanha multiplataforma

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A Nissin Foods do Brasil acaba de lançar a “Batalha de Sabores”, uma ofensiva estratégica de marketing que coloca frente a frente três de seus produtos mais icônicos na versão Galinha Caipira: Nissin Lámen, Cup Noodles e Nissin Yakissoba U.F.O.. A iniciativa visa não apenas ampliar a visibilidade e a penetração do portfólio, mas também reforçar a lembrança de marca ao convidar o público a eleger qual formato do sabor favorito dos brasileiros merece o título de líder.

A narrativa da campanha utiliza o storytelling por meio dos personagens das marcas para destacar os atributos competitivos de cada item. Enquanto o Nissin Lámen foca na versatilidade do preparo caseiro, o Cup Noodles destaca a praticidade do consumo on-the-go e o Nissin Yakissoba U.F.O. aposta na intensidade de sabor como seu principal diferencial.

A partir do dia 23 de fevereiro, a estratégia de live marketing digital entra em uma fase de “modo invasão” nos perfis oficiais @nissinbrasil e @cupnoodlesbrasil. A dinâmica prevê que os personagens batalhem entre si em uma série de conteúdos interativos, contando ainda com o reforço de um time de influencers para gerar proximidade e conversas com a audiência.

“Sabemos que Galinha Caipira é o sabor preferido dos brasileiros. Com a Batalha de Sabores, mostramos como cada produto entrega uma experiência diferente dentro do universo dos macarrões instantâneos e convidamos o público a escolher o seu favorito”, explica Ana Fossati, gerente de marketing da Nissin Foods do Brasil.

Para Ricardo Dolla, Chief Creative Officer da Dentsu Creative, a ação eleva um conceito tradicional da marca a um novo patamar de execução. “A Batalha de Sabores é um clássico do universo Nissin. Só que, desta vez, não ficamos apenas no sabor. Acrescentamos novas texturas à disputa, cruzando linguagens e códigos para deixar a comunicação tão irresistível quanto o produto”, afirma o executivo.

Com veiculação prevista até o dia 15 de março, a campanha marca presença em um ecossistema digital robusto, englobando Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, Twitch e Kwai, garantindo que a disputa atinja diferentes perfis de consumidores em seus respectivos ambientes de lazer e entretenimento digital.

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Smartphones não precisam ouvir conversas para prever desejos, aponta especialista em dados

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Uma cena recorrente no cotidiano digital alimenta uma das maiores teorias da conspiração da atualidade: após uma conversa em voz alta, sem qualquer busca ativa, o usuário é impactado por um anúncio sobre o exato tema discutido. A sensação de vigilância é real e confirmada por estudos, como o da Universidade de Amsterdã, que aponta que a falta de compreensão sobre a coleta de dados gera especulações sobre uma possível “escuta” via microfone. No entanto, para especialistas do setor, a realidade tecnológica é ainda mais sofisticada — e menos cinematográfica.

Caio Motta, cofundador da Elementar Digital e especialista em marketing de performance, afirma que as plataformas não precisam do áudio para serem precisas. “Trabalho há mais de uma década com marketing de performance e dados. Posso afirmar com segurança que as plataformas não precisam do seu microfone porque elas têm algo muito mais poderoso”, explica. O segredo reside no machine learning e na capacidade de predição de gigantes como Google e Meta, que analisam múltiplas camadas de comportamento para antecipar desejos.

A engenharia por trás da “coincidência”

O rastreamento vai muito além do histórico de buscas. Envolve uma cadeia de correlação que inclui o endereço IP, conexões Wi-Fi e o comportamento de pessoas próximas. “Se sua esposa pesquisou colchões, o algoritmo sabe que vocês dividem o mesmo endereço e estão relacionados. Não precisa de microfone para conectar esses pontos”, pontua Motta.

Soma-se a isso o compartilhamento de dados offline. O tradicional CPF informado na farmácia em troca de descontos conecta compras físicas ao perfil digital. Assim, a compra de um suplemento na terça-feira pode disparar, na quinta, anúncios de roupas de ginástica ou aplicativos de exercícios, criando a ilusão de que o celular “ouviu” um plano de treino.

O viés de confirmação e o mercado de R$ 38 bilhões

O fenômeno psicológico conhecido como viés de confirmação completa a experiência. Em meio a centenas de anúncios ignorados diariamente, o cérebro registra apenas aquele que coincide com uma conversa recente, descartando os “erros” do algoritmo.

Esse ecossistema move cifras bilionárias. No Brasil, o investimento em publicidade digital atingiu R$ 37,9 bilhões em 2024, segundo o Digital AdSpend 2025 do IAB Brasil. “Esse dinheiro não se sustenta em conspiração, se sustenta em resultado mensurável”, ressalta o executivo. Para ele, embora a personalização ajude pequenas empresas e facilite a descoberta de produtos, ela exige vigilância ética contra práticas discriminatórias de segmentação.

Literacia digital e privacidade

Motta destaca que o maior risco à privacidade muitas vezes não vem das grandes empresas auditadas e sujeitas à LGPD, mas de aplicativos menores e data brokers obscuros que solicitam permissões abusivas. A recomendação para quem busca limitar o rastreamento inclui o uso de navegadores focados em privacidade, como o Brave Browser, e a revisão constante de permissões de aplicativos.

“Entender como a publicidade digital funciona virou alfabetização básica para qualquer pessoa conectada”, finaliza Caio Motta. “É uma realidade muito menos cinematográfica, mas, mesmo sem ouvir, os algoritmos sabem muito sobre você e fazem isso com o seu consentimento, escondido naqueles termos de uso que ninguém lê”.

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