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Com a pandemia, dar presente passa a ser um ato que precisa de mais atenção no Dia dos Namorados

Agora, um presente carrega mais emoção do que antes e a metodologia também analisa o significado por trás do ato de dar presentes e as melhores opções para cada personalidade
O Dia dos Namorados neste ano, assim como a Páscoa e o Dia das Mães, terá que se adaptar à nova realidade de pandemia e isolamento social, já que também irá enfrentar um novo cenário do comércio, com o fechamento das lojas físicas – que fez com que muitas pessoas aumentassem ou começassem a comprar online. Segundo dados da pesquisa Barômetro COVID-19, realizada pela empresa de pesquisa Kantar, quase 75% da população teve seus hábitos de compra alterados.
O e-commerce será a alternativa de muitas pessoas para presentear seus namorados. Por isso, essa escolha terá um significado ainda maior, pois ela representará todo o sentimento e amor que a pessoa gostaria de transmitir naquele momento, mesmo à distância.
Para ajudar as pessoas a navegarem nesse universo, a Kantar usou o NeedScope, uma solução que utiliza modelos de arquétipos da psicologia analítica, para entender como os presentes se conectam emocionalmente com cada pessoa. Ele agrupa as características dos arquétipos, divididos em cores – amarelo laranja, marrom, azul, roxo, vermelho – sendo possível diagnosticar as simbologias dentro das peças de comunicação, por exemplo.
“Dar um presente é mais que um simples ato de escolher, comprar e enviar. Ainda mais neste momento atual. Dar presente significa atenção especial, significa parar para pensar no outro, traz uma conexão emocional muito forte” afirma Karina Collenghi, gerente de contas da Kantar e especialista em NeedScope. “Não podemos subestimar o poder de dar presentes, mesmo sendo uma lembrancinha. Psicólogos acreditam que presentear é uma forma importante de se conectar com familiares e amigos”.
Presentes para os namorados, segundo Jung
VERMELHO Troca ousada
- Dar presentes é estimulante e uma aventura, quer que a pessoa se sinta energizada e radiante. Os presentes são ousados e se destacam por serem diferentes do comum.
Exemplos: Presentes mais resistentes, com formatos mais arrojados para fazer uma declaração autêntica e forte e trazer à tona o lado selvagem.
ROXO Gesto extravagante
- Dar presentes é um ato chamativo e extravagante, quer que a pessoa se sinta especial e importante. Os presentes são únicos e impressionantes
Exemplos: O embrulho é um presente por si só, com cores profundas e decorações requintadas. Presentes luxuosos e de grande estilo, um toque especial para dar glamour.
AZUL Símbolo perspicaz
- Dar presentes é propositalmente engenhoso, quer que a pessoa se sinta inteligente e perspicaz. Os presentes são criativos e seletivos
Exemplos: O embrulho é elegante, sutil e minimalista, sem poluição visual com tons clássicos e neutros. Uma experiência esclarecedora, que provoca o pensamento e a imaginação.
MARROM Recompensa atenciosa
- Dar presentes é um ato pessoal e atencioso, para que a pessoa se sinta amada e cuidada. Os presentes são repletos de sentimentos calorosos
Exemplos: Experiências que promovem uma sensação de relaxamento e bem-estar. Presentes que remetem a uma sensação de caseira, reconfortante e feitos à mão.
LARANJA Presente generoso
- Dar presentes é um ato genuíno e prático, com o intuito de mostrar à pessoa que ela é sempre bem-vinda e valorizada.
Exemplos: Presentes que representam um laço e uma conexão genuína. Embrulho sem complicações para maior praticidade, com cores quentes e agradáveis e embalagens reutilizáveis.
AMARELO Surpresa espontânea
- Dar presentes é prazeroso e divertido, quer que a pessoa se sinta feliz e vibrante. Os presentes são divertidos e encantam
Exemplos: Presentes atrevidos e divertidos que encantam e surpreendem com seu senso de humor. Embrulho com cores vibrantes, que se destaca com detalhes divertidos.
A psicologia de dar presentes
A Kantar lançou um material gratuito que explica os significados de cada um dos arquétipos dentro do ato de dar presentes. Para baixar, clique aqui.
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Nova campanha da Conta Simples usa nostalgia tóxica para decretar o fim do modelo de cartões corporativos tradicionais

A Conta Simples acaba de colocar na rua sua nova campanha de marca, trazendo para o centro do debate uma dor que ainda afeta profundamente o ecossistema empresarial do país. Com uma abordagem criativa centrada no conceito de “nostalgia tóxica”, a ação posiciona o Cartão Inteligente como a principal alternativa para romper com o modelo corporativo tradicional, um sistema arcaico que ainda trava a operação financeira de 63% das empresas brasileiras. A estratégia de comunicação foi milimetricamente desenhada para escancarar o contraste entre o passado operacional e a inovação tecnológica, contrapondo o caos de um único cartão compartilhado à eficiência de uma ferramenta onde cada emissão já nasce com regras pré-definidas.
Essa distinção se reflete diretamente no dia a dia das organizações. No formato tradicional, o controle funciona apenas no papel, mas falha gravemente na prática, uma vez que a falta de travas embutidas permite que qualquer despesa seja efetuada, gerando surpresas desagradáveis quando a fatura chega. Em contrapartida, o Cartão Inteligente inverte completamente essa lógica. Cada dispositivo, seja físico ou digital, é configurado com limites específicos, categorias de compras permitidas e responsáveis definidos por equipe, projeto ou tipo de despesa. Caso um pagamento fuja das diretrizes estabelecidas, a transação é bloqueada instantaneamente. A consequência direta dessa automação é a redução drástica do retrabalho, o aumento da previsibilidade financeira e a extinção da burocracia dos reembolsos.
“O Cartão Inteligente não é apenas sobre oferecer crédito. É sobre dar autonomia com controle total antes mesmo do gasto acontecer. O modelo tradicional ainda depende de um único cartão compartilhado e de conferência depois do gasto. O que estamos propondo é uma mudança de lógica e a nova campanha foi construída para tornar esse contraste impossível de ignorar”, afirma Conrado Tourinho, CMO da Conta Simples.
Para traduzir esse posicionamento em imagens, a agência cccaramelo desenvolveu uma trilogia de filmes com estética cinematográfica marcante, utilizando o recurso de telas divididas para colocar os dois mundos lado a lado. No primeiro filme da série, intitulado “Vai e Volta”, a narrativa viaja até os anos 2000 para retratar o colapso de um escritório inteiro refém de um único cartão físico, desencadeando uma busca frenética e interminável via ligações telefônicas. O segundo episódio, “Telefone Sem Fio”, satiriza a falta de comunicação e o desencontro de informações sobre o paradeiro do cartão, resgatando plataformas da época como o MSN e o SMS. Fechando a trilogia, “Se Beber, Não Pague” exibe o choque de um gestor ao analisar o extrato financeiro após uma noite de excessos da equipe, repleta de gastos extravagantes em bares e limusines que o sistema antigo, sem travas prévias, foi incapaz de barrar.
Longe de ser apenas uma licença poética para o entretenimento, o caos retratado nas peças publicitárias é estritamente baseado em dados do mercado real. De acordo com a segunda edição do Panorama da Gestão de Despesas Corporativas, estudo realizado pela própria Conta Simples em parceria com a Visa, 58% das empresas nacionais ainda operam com apenas um ou dois cartões PJ centralizados. A estatística comprova que o enredo dos filmes não é uma ficção exagerada, mas sim o cotidiano operacional de mais da metade do mercado corporativo.
O lançamento da campanha reflete o momento de robustez da fintech. A Conta Simples alcança este patamar com um histórico de mais de 2 milhões de cartões emitidos ao longo de sua trajetória, tendo movimentado R$ 25 bilhões apenas no último ano. Além disso, a empresa registrou um crescimento expressivo de 140% na emissão de novos cartões no primeiro semestre de 2025, números que consolidam sua liderança na transformação do cartão corporativo em uma autêntica ferramenta de inteligência e gestão financeira.
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Ticket celebra 50 anos com foco em sua evolução tecnológica rumo à experiência 100% digital

A Ticket acaba de dar o pontapé inicial nas comemorações de seu cinquentenário. Sob a assinatura institucional “Ticket: há 50 anos, evoluindo. Hoje, 100% digital”, a nova campanha publicitária resgata a trajetória histórica da companhia, reposicionando-a como uma logtech focada no futuro, na desmaterialização dos meios de pagamento e na experiência do usuário.
O filme principal da campanha utiliza uma narrativa visual fluida para ilustrar a evolução do setor. A produção percorre a transição dos antigos blocos de papel (os tradicionais “talões”) para os cartões magnéticos corporativos, culminando no ecossistema atual: o cartão 100% digital integrado a carteiras digitais (Apple Pay e Google Wallet) e plataformas de e-commerce. Para materializar essa jornada estética, a agência apostou em tecnologias de modelagem 3D e ferramentas de inteligência artificial.
“A campanha materializa a evolução da Ticket ao longo dos seus 50 anos. Saímos do talão em papel, avançamos para o cartão e hoje oferecemos uma experiência 100% digital, conectada às necessidades dos usuários e RHs. Mais do que acompanhar mudanças, nosso papel sempre foi liderar essa transformação”, destaca Danilo Teixeira, diretor de marketing da Ticket.
Desenvolvida pela Euphoria Creative, a campanha foca na agilidade de ativação do benefício no primeiro dia de trabalho do colaborador, reduzindo a burocracia logística para os departamentos de Recursos Humanos — território onde a Ticket ostenta o título de marca número 1 na preferência dos profissionais de gestão de pessoas.
“O desafio criativo foi traduzir essa transformação de forma tangível. A ideia foi dar forma a essa evolução de um jeito visual e quase físico, mostrando como a Ticket esteve presente em diferentes momentos da vida das pessoas. A linguagem do filme reforça essa passagem do analógico para o digital de maneira fluida e simbólica”, detalha Marcelo Rizério, cofundador e CCO da Euphoria Creative.








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