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Colorama convida consumidoras para criar nova coleção

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Por meio do perfil do Instagram da marca, de 30 de março a 5 de abril será possível votar no tema, nas cores e nos nomes dos esmaltes que irão compor a nova coleção

Uma coleção feita por muitas mãos, para todas as unhas. Essa é a intenção de Colorama com sua nova campanha digital para definir junto ao público final, de 30 de março a 5 de abril, como e qual será uma de suas próximas coleção de cor. O processo de desenvolvimento a várias mãos será totalmente digital e acontecerá a partir de enquetes diárias no perfil @EsmalteColorama do Instagram, em que todos poderão escolher o tema e o conceito preferido, assim como cores, nomes e logo.

A campanha foi lançada neste domingo (29) e todos os dias, a partir de segunda-feira (30), haverá uma etapa diferente de votações. A primeira etapa apresentará as opções de temas e conceitos para os seguidores escolherem entre “Guru do Amor” e “Mulheres do Brasil”, ou seja, uma das coleções abordaria os melhores conselhos amorosos de Colorama e dos consumidores enquanto a outra traria uma linha pensada na diversidade da mulher brasileira.

O próximo passo tratará da escolha das cores. O público conhecerá doze nuances desenvolvidas pela marca – seguindo o tema da coleção mais votada e também as tendências de tons para o verão 20/21, podendo escolher entre duas opções para cada esmalte, resultando assim em uma coleção de seis cores.

Na terceira e quarta etapas serão definidos os nomes: num primeiro momento o consumidor deverá sugerir um para cada cor, por meio de questionário no Instagram e, depois, as melhores ideias serão divulgadas para votação. Por fim, haverá a escolha do logo.

A campanha de cocriação com os consumidores via mídias sociais permitirá que todos possam assumir um papel de creator de onde estiverem. “Aproveitamos que nossos consumidores estão em casa para darmos a eles a chance de criarem sua própria coleção. A ideia é que eles possam escolher o tema, as cores, os nomes dos esmaltes e até o logo da coleção. Quem nunca quis inventar uma cor de esmalte? Ou até mesmo o nome dele? Em um momento como esse, queremos que eles tenham um tempo do dia para se divertirem e expressarem suas ideias”, comenta Carla Coutinho, marketing de desenvolvimento de Colorama.

A campanha se encerra no dia 5 de abril e a coleção está planejada para ser lançada ainda em 2020, no último trimestre. Assim como todos os produtos da marca, a nova linha será testada dermatologicamente, com uma fórmula livre dos principais ingredientes potencialmente alergênicos: formaldeído, dibutilftalato, resina de formaldeído e cânfora.

SAC Colorama: 0800 701 0114
@esmaltecolorama
Facebook.com/esmaltecolorama
https://www.coloramaesmaltes.com.br

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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

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A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.

As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.

“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.

Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.

A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.

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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

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A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.

A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.

O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.

A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.

Ajuste estratégico e eficiência operacional

A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.

“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.

Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.

A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.

Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.

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