Empresa
Coca-Cola, Globo e WMcCann celebram a magia do Natal com coral temático

A empatia e a conexão são as palavras-chave da campanha global de Natal da Coca-Cola em 2021. Lançada pela plataforma “A Magia Acontece”, a comunicação da marca para a época mais especial do ano contempla diversas frentes de ações que reforçam que a verdadeira magia do Natal acontece quando estamos todos juntos. E, para inspirar os brasileiros a acreditarem na força da união, a marca lança o seu Coral de Natal, que promete ser o maior coral do tema no Brasil, com a clássica música de Natal das Caravanas Coca-Cola: O Natal vem vindo, vem vindo o Natal.
Assinada pela WMcCann e desenvolvida em parceria com a Globo, a ação irá contar com artistas e influenciadores que serão os responsáveis por passar a mensagem ao público brasileiro, convidando todas as pessoas a participarem do grande coral. O hub de conteúdo será na plataforma GShow, um ambiente colaborativo onde estarão hospedados materiais de divulgação e vídeos dos participantes da campanha.
Os participantes poderão utilizar um filtro, disponível no Instagram do GShow, para enviarem seus conteúdos com a #CompartilheAMagia. Alguns serão selecionados para aparecer no programa Encontro com Fátima Bernardes, que será o palco onde os talentos da Globo falarão sobre sua participação e contarão os detalhes sobre o grande coral. A campanha contempla cinco ações de merchan no programa.
“Nosso objetivo é o de celebrar a importância da conexão e empatia entre as pessoas. E não tem nada que represente mais a união nesta época natalina do que um grande Coral de Natal. Convidamos atores, influenciadores e o público brasileiro para juntos com a Coca-Cola e a Globo vivermos a magia do Natal”, explica Poliana Sousa, líder da marca Coca-Cola na América Latina.
Para o encerramento da campanha, a marca prepara um clipe especial que irá reunir os materiais enviados pelos participantes e pelos artistas e influenciadores, celebrado a magia do Natal com o Coral da Coca-Cola. O conceito irá reforçar que quando todo mundo acredita junto, a magia fica ainda maior.
“Estamos muito felizes por estar mais uma vez ao lado da Coca-Cola e da Globo em uma grande campanha que celebra o fim de um ano tão difícil. Agora, é momento de nos conectarmos e nos unirmos, e o Coral de Natal vem para reforçar a importância dessa união”, comenta Marcio Borges, Vice-Presidente da WMcCann Rio.
A campanha de Natal da Coca-Cola já passou por algumas etapas ao longo de outubro e novembro, com projetos de conteúdo e o lançamento de um filme sobre empatia e a força da união. A marca ainda promete grandes ações para o fim de ano, como o Especial de Natal: Juntos a Magia Acontece 2, e com as tradicionais Caravanas de Natal, que agora conta com um projeto solidário – a Caravana Social – que está arrecadando alimentos para a população em situação de vulnerabilidade.
Empresa
TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.
A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.
“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.
Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.
Empresa
Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.
As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.
Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.
De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.
Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.
Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.








