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Cia. Hering anuncia rebranding e apresenta nova marca corporativa

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Com 140 anos de história, Cia. Hering é referência para o mercado da moda nacional. E, para marcar a evolução do negócio, a companhia anuncia o novo momento e apresenta uma marca ainda mais conectada com a experiência do consumidor. Assinado pela FutureBrand São Paulo, o rebranding reconhece o legado da Cia. Hering para o Brasil e a prepara para o futuro ao torná-la uma plataforma de marcas que conecta moda a pessoas.

“Estamos vivendo um cenário sem precedentes no mundo todo, mas acreditamos que sempre temos o poder de construir um futuro melhor – dia após dia. Pensando nisso, hoje reforçamos ainda mais o nosso desejo em focar no consumidor, criar experiências surpreendentes e posicionar a Cia. Hering como uma plataforma de marcas”, explica Thiago Hering, COO da companhia.

A nova proposta corporativa, que reúne marcas como Hering e Dzarm, impulsiona negócios e cria produtos, serviços e soluções que colocam as pessoas no centro das decisões por meio do digital integrado e de uma sólida expertise no B2B. “Sempre trouxemos em nossa essência o estímulo ao empreendedorismo – somos uma Cia. conectora de negócios, especialista em moda brasileira, comprometida com as pessoas e corajosa nas decisões. Construímos um ecossistema sustentável e com impacto positivo para todos os stakeholders. A união de forças com nossos parceiros é fundamental. Estas qualidades nos trouxeram até aqui e vão sustentar os próximos capítulos da nossa história” continua Thiago. “Nos últimos anos, evoluímos e ampliamos a nossa experiência phygital. Repensar a marca corporativa nos trouxe uma visão ainda mais clara de onde queremos chegar e qual é o nosso foco daqui pra frente: uma Cia. Hering conectada às novas tecnologias para oferecer experiências únicas e surpreendentes a todas as pessoas “, revela.

Com profundo conhecimento sobre sua cadeia de valor, a companhia mantém relacionamentos sustentáveis a partir do fomento de uma indústria da moda mais justa e inclusiva. Ao trazer o foco para a experiência, a Cia. Hering busca na inteligência de dados a fórmula para unir estas duas pontas e conectar parceiros a canais, pessoas à moda. O resultado é um ecossistema que gera impacto positivo e equilibra alta qualidade, design excepcional, tecnologia de ponta e bom custo-benefício.

“Ao equilibrar um propósito forte com uma experiência engajadora, tornamos a Cia. Hering uma future-proof brand. Este olhar passa então a nortear todas as suas marcas, que compõem um ecossistema baseado na colaboração, na troca e no valor do coletivo. Isso é o que define a plataforma”, explica Ewerton Mokarzel, diretor executivo de Criação e sócio da FutureBrand São Paulo. De acordo com ele, o rebranding reforça características fortes que são parte da essência da Cia. Hering – como o empreendedorismo e fomento à inovação.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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