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Chilli Beans distribuirá milhares de óculos digitais do Alok no Free Fire

A Chilli Beans, maior rede especializada em óculos escuros da América Latina, anuncia ação inédita com o Free Fire, o game mobile mais jogado no Brasil. A primeira parceria no país entre uma empresa de jogos e uma marca de óculos vai disponibilizar milhares de armações virtuais, as famosas “skins”, de forma gratuita aos jogadores do game de 23 setembro a 27 de setembro. O modelo escolhido foi o famoso óculos icônico do DJ Alok, que tem um personagem próprio dentro do jogo.
Para conseguir a peça virtual, os jogadores deverão ir até uma loja física da Chilli Beans. Lá, devem escanear o QR Code promocional, realizar um breve cadastro na landing page da ação e verificar o código com um vendedor. Esse mesmo código também será enviado por e-mail para que eles consigam retirar a “skin” – peça de roupa virtual – no “lobby” do jogo. Assim, o modelo mais icônico da marca mergulha no mundo dos games, e os jogadores ganharão uma das peças mais estilosas da atualidade para usar dentro do Free Fire.
O óculos que será presenteado virtualmente é o mesmo que foi relançado na coleção Alok Tech In Style, que está disponível nas lojas desde o começo de setembro. A peça, que tem detalhes futurísticos, apresenta novas tonalidades e formato mais anatômico, sem perder a armação robusta, parafusos aparentes e hastes bem trabalhadas.
“A Alok Tech In Style é uma coleção não apenas inspirada no mundo dos games, mas feita para ele. Na Chilli Beans, acompanhamos os movimentos e as tendências do mercado, e entendemos que os games têm um universo próprio, muito vasto, e ainda pouco explorado. Essa parceria com o Free Fire é símbolo de um novo momento da marca, em que decidimos levar nossas peças para além das lojas físicas, adentrando a realidade dos games e presenteando jogadores com o modelo virtual”, afirma Caito Maia, fundador e CEO da Chilli Beans.
A coleção física da Alok Tech In Style está disponível no site, nas lojas físicas e quiosques em todo o território nacional. Os preços variam de R$ 259,00 a R$ 999,00. Com materiais nobres e cada vez mais confortáveis, ela traz 26 armações com detalhes futurísticos e que remetem ao mundo dos games. Os óculos da coleção – 20 modelos solares e 6 de grau – têm formatos inovadores, materiais nobres e lentes polarizadas em diversas tonalidades. Os modelos trazem shapes futurísticos, incluindo hastes que simulam cabos de força de hardwares, detalhes que remetem a conectores de USB, impressões que imitam bug típico de tela LCD, polígonos bidimensionais e renders orgânicos.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







