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Chevrolet convida mulheres para #RestartIdeias no universo da arquitetura e design

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Chevrolet convida mulheres para #RestartIdeias no universo da arquitetura e design

Em sintonia com a CASACOR 2021, campanha da Chevrolet #RestartIdeias destaca histórias de mulheres que rompem preconceitos. Confira!

Quando em sua carreira você deu um #RestartIdeias em quem não acreditava em sua capacidade? Em sintonia com as reflexões propostas pela CASACOR 2021, a Chevrolet convidou arquitetas e designers para responder à pergunta inspirada no conceito da campanha #RestartIdeias, do Chevrolet Tracker, carro oficial do evento. A partir desta sexta-feira (8), seguidores poderão conferir os depoimentos de Stephanie Ribeiro (@ste_rib), Lucila Zahran Turqueto (@casadevalentina) e Vanessa Ribeiro (@quattrinoarquitetura) pelos canais no Instagram (@chevroletbr) e YouTube (Chevrolet Brasil).

 

Essa é mais uma ação do #RestartIdeias, uma provocação que faz parte da essência da campanha do Chevrolet Tracker, que busca rever antigos conceitos da mesma forma que a CASACOR 2021 quer trazer novas reflexões sobre o morar contemporâneo. O convite para as arquitetas, creators no ambiente digital e referências em arquitetura e design, mostra que ainda há muitas concepções preestabelecidas a respeito do papel da mulher em uma construção.

“Ao compartilhar os depoimentos de Stephanie, Lucila e Vanessa, falando sobre seus trabalhos e realizações, queremos mostrar como essas e outras mulheres estão reinventando seus papeis e rompendo estereótipos em todos os espaços e áreas de atuação. É um orgulho para a Chevrolet dar visibilidade para esse processo de transformação da sociedade, que é coração da campanha #RestartIdeias”, afirma Hermann Mahnke, diretor executivo de Marketing da GM América do Sul.

A CASACOR vai até 15 de novembro, em São Paulo, no Parque Mirante do Allianz Parque. Para conhecer mais sobre a campanha #RestartIdeias do Chevrolet Tracker, carro oficial da mostra, acesse as redes sociais Chevrolet, no Instagram (@chevroletbr) e YouTube (Chevrolet Brasil). A campanha foi criada pela WMcCann, com consultoria da ThinkEva. A estratégia de mídia é da Isobar.

Ficha Técnica:

Agência: WMcCann

Cliente: Chevrolet Brasil

Produto: Institucional

Nome da campanha: Tracker – Casa Cor

Time do Cliente: Hermann Mahnke, Federico Wassermann, Paula Saiani e Felipe Silva

Executive Chairman: Hugo Rodrigues

CEO: André França

CCO: Mariana Sá

Direção de criação: Fernando Penteado e Eric Sulzer

Criação: Natalia Soares e Felipe Araújo

CSO: Renata Bokel

Planejamento: Eduardo Cabral, Tatiana Weiss e Pedro Hypolito

Diretor de negócios: Danilo Ken

Atendimento: Joana Campanelli, Maria Eduarda Richers e Nicole Iasbech

VP de Mídia: Fabio Urbanas

Mídia: Jodson, Anita Barcellos

Conteúdo: Patricia Colombo, Cirilo Dias, Larissa Araujo e Kimberly Dailher

BI: Deny Watanabe, Felipe Borges, Thiago Tiuzzi, Fábio Oliveira

Mídia: Isobar – Estratégia Digital de Campanha

CEO: Ana Leão

CSO: Aloísio Pinto

Planejamento: Felipe Volpintesta, Isabella Campozano

Tecnologia e inovação: Eric Scapim

Negócios: Fernanda Marin, Ana Paula Thurler, Carmen Scórcio

Projetos: Daniel Oliveira, Natalia Viana

Mídia: Camila Moraes, Maria Rivas, Amandha Cardoso

BI: Vitor Moura

Aprovação cliente: Hermann Mahnke, Bruno Campos, Francisco Batajelo, Francine Santos.

BR Media

Comercial: Paulo Fabricio e Manuela Serra

Atendimento: Júlia Aguiar, Thaynara Pio e Andressa Munhoz

Produção: Leandro Valente

Planejamento: Jordana Fonseca e Victória Gomes

Diretora de Produção: Camila Naito

Produção Integrada: Thais Possi
Agência de Produção: Craft Worldwide
Produtor Executivo: Shunji Ikuta Filho
Gerente de Pós-Produção: Maurício Martim
Diretor de Pós : André Nagae
Coordenador de Pós: Márcio Faurer
Direção: Talita Menezes / Shunji Ikuta Filho
Direção de Foto: Maurício Kessler / Lucas Neves
Assistência de Fotografia: Cristiano Machado da Silva
Produção: Francisco Soll
Som Direto : Tiziana Scurr / Raphael Balbino Coelho

Atendimento: Gabriel Andrade

Relações Públicas: Kerena Neves

Giulia Camargo

Analista de Comunicação Corporativa

WMcCann | McCann Worldgroup 
Adweek Global Agency of the Year
Fast Company World’s Most Innovative Company
Cannes Network of the Year
Effie’s Network of the Year 2018, 2019, 2020
Webbys Network of the Year
Campaign Network of the Year
AdAge A-List 2016, 2017, 2018, 2019, 2020

 

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

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A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.

A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.

“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.

Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.

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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

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A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.

As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.

Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.

De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.

Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.

Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.

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