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Cassinos digitais investem em marketing de afiliados

Se você é fã de roleta, caça-níqueis ou blackjack, o mais provável é que esteja inscrito num cassino online como Royal Vegas Casino e se mantenha atento aos anúncios que vários websites lhe apresentam sobre as diversas ofertas que esse e outros espaços similares apresentam.
O marketing lhe traz, usualmente, as caraterísticas mais interessantes sobre cada um dos websites que tenta promover. Neste caso concreto que apresentámos o enfoque poderia ser, por exemplo, algum bônus de boas-vindas apelativo, a grande diversidade (de mais de quatrocentos jogos) disponíveis ou outras promoções apresentadas pela marca.
Algo que os cassinos digitais descobriram com o tempo foi que sua publicidade poderia chegar mais ao público-alvo e cativar novos usuários de uma forma mais simples se, ao invés de anúncios seus patrocinados, investissem em marketeiros do cotidiano: isto é, nas pessoas que trabalhavam em blogs pessoais ou websites próprios e que estivessem dispostos a trabalhar como afiliados.
Ao longo dos anos, o marketing de afiliados tem se tornado uma das principais formas de marketing no Brasil. Venha compreender como essa forma de marketing funciona e como os cassinos estão aproveitando essa ferramenta para apresentar seus produtos a um público mais vasto.
O que é o marketing de afiliados?
O marketing de afiliados é um trabalho que qualquer pessoa que tenha um website ou um blog pode fazer a partir de sua casa.
Nesse tipo de marketing, o responsável irá fazer um acordo com entidades ou empresas interessadas, colocando links para produtos no seu espaço digital e recebendo, sobre as conversões efetuadas a partir de seu domínio, uma porcentagem.
Sua comissão dependerá do tipo de empresa com a qual se estabeleça o contrato, sendo que os cassinos digitais costumam oferecer parcelas bastante interessantes e que elevam o potencial de sucesso de um afiliado.
Esse tipo de marketing é muito procurado uma vez que não existe a necessidade de ocupar muito tempo ou de empreender muito esforço na sua concretização.
Os cassinos virtuais e o marketing de afiliados
No Brasil, esse tipo de marketing tem se tornado mais interessante ao longo do tempo. Para que você tenha uma noção, desde 2014 e até agora, o crescimento anual vem sendo superior a 100%, gerando lucros superiores aos do trabalho como marketeiro por conta própria e mesmo que o trabalho em agências de marketing e publicidade.
Os marketeiros afiliados mais atentos gostam particularmente de trabalhar em conjunto com cassinos digitais, já que os acordos e porcentagens oferecidas costumam ser interessantes.
Essa oportunidade de marketing, além do mais, não se refere somente a novos registros nos espaços de cassino mas também a uma vasta gama de produtos onde se incluem tutoriais online e novas tecnologias.
No que respeita aos cassinos digitais é até comum que os usuários de um cassino acabem por ser seus marketeiros afiliados.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.
A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.
A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.
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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.
Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.
O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.
A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.
A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.
A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.
Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.








