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CAOA CHERY presta homenagem a trabalhadores em atividade na COVID-19

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CAOA CHERY lança, nesta semana, nova campanha publicitária. Dessa vez, a ação não tem como objetivo destacar os diferenciais dos produtos e serviços da marca, mas prestar uma homenagem aos trabalhadores que seguem em atividade em meio a pandemia da COVID-19. São profissionais da área da saúde, segurança, transporte, alimentação, limpeza, dentre outros, que seguem trabalhando pela segurança e bem-estar daqueles que devem ficar em casa.

Veiculada em todas as mídias sociais da CAOA CHERY e na TV, a campanha realizada pela agência Z515, reforça o agradecimento da CAOA CHERY aos trabalhadores que seguem encarando as ruas diariamente para permitir o mínimo de normalidade durante a pandemia. “Sabemos que estamos atravessando um momento extremamente delicado no Brasil e no mundo e essa foi a forma de agradecermos a todos os que seguem cumprindo suas funções em nome de toda a população que está em isolamento social no momento”, comenta Henrique Sampaio, gerente de Marketing da CAOA CHERY.

A campanha pode ser acessada pelo link: https://youtu.be/m1KlY8fNq4g.

Ações durante a pandemia

Pensando na comodidade e segurança dos seus clientes, a CAOA CHERY investiu em diferentes ações durante a pandemia da COVID-19. Desde março, a montadora oferece a comercialização dos seus veículos no modelo delivery, por meio do CAOA CHERY Virtual. Com o serviço, o cliente pode agendar um test drive pelo telefone 0800 772 4379 e ser atendido em domicílio por um vendedor. Para a visita, todos os veículos de test drive passaram por higienização completa a cada uso. Além disso, os profissionais da marca também seguem procedimentos extras de higiene, seguindo as recomendações e orientações de saúde, garantindo a segurança dos clientes.

Houve mudanças ainda nos serviços de pós-venda. A obrigatoriedade das manutenções periódicas, relacionadas à garantia dos veículos, teve carência aumentada até 30 de abril de 2020, podendo ser estendida em função da evolução do cenário do novo coronavírus no País. Mais informações sobre esse e outros serviços da marca podem ser encontradas pelos canais de atendimento 0800 772 4379 e chat via site www.caoachery.com.br.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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