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Campanha “Living Images” registra animais que foram extintos antes que pudessem ser fotografados

Extinto do reino animal, o Leão Americano, maior felino que já caminhou pela Terra, acaba de ganhar sua primeira fotografia em habitat natural. O projeto Living Images – criado com o objetivo de alertar para a proteção de animais ameaçados de extinção -, reconstruiu a imagem de três espécies jamais registradas. Além do felino, a Tartaruga Gigante de Rodrigues e o Grande Auk, um arau, também recebem forma hiper-realista na campanha criada pela AlmapBBDO.
Para jogar luz na questão, a reconstrução das espécies foi feita, com o apoio de profissionais especializados, a partir de imagens de animais em extinção. Para isso, a Getty Images e a AlmapBBDO convidaram a premiada fotógrafa norte-americana de natureza e conservação, Ami Vitale, para conduzir a campanha.
Ami é autora da fotografia que registrou o último rinoceronte-branco do norte macho. O animal foi extinto em 2018. Na campanha Living Images é ela quem também registra a primeira imagem de um animal extinto, em seu habitat natural. Um filme criado pela AlmapBBDO, produzido pela produtora MyMama e sonorizado pela Jamute registra a expedição da fotógrafa à Califórnia, onde ela captura a foto do Leão Americano, além de imagens das terras onde viveu o felino, antes de ser extinto.
No site da iniciativa www.livingimagesproject.com é possível fazer uma imersão no projeto, ter uma experiência interativa e conhecer em detalhes os três animais que foram extintos, sob consultoria do paleontólogo Lucas Inglez e parceria da produtora NOTAN. Foram necessárias centenas de imagens de animais atualmente ameaçados de extinção – todas do banco da Getty Imagens – para dar forma e cor às espécies jamais fotografadas.
Os visitantes da plataforma podem ainda visualizar os animais em 360º, entender o que aconteceu com eles ao longo da história e ainda explorar todas as imagens usadas no projeto.
“Getty Images possui milhões de imagens nos seus arquivos. A partir do potencial criativo da plataforma, demos vida a esse projeto, que faz um alerta sobre a importância de protegermos espécies que, assim como as que reconstruímos, podem acabar desaparecendo do planeta. Mais um projeto que reforça a conexão da empresa com a sustentabilidade e o meio ambiente”, comenta Marcelo Nogueira, diretor executivo de criação da agência.
Além do site, a campanha “Living Images” também pode ser vista no canal de YouTube da Getty Images.
Segundo a UCCN Red List, na América do Sul existem:
25 animais extintos
2188 ameaçados de extinção
Leão Americano
Um grande felino que vivia na América do Norte.
Para recriá-lo, foram usadas 68 fotos de animais ameaçados de extinção.
Grande Auk
Ave não voadora que vivia em ilhas do Atlântico Norte.
Para recriá-la, foram usadas 58 fotos de animais ameaçados de extinção.
Tartaruga Gigante de Rodrigues
Um réptil terrestre que habitava a Ilha Rodrigues.
Para recriá-la, foram usadas 80 fotos de animais ameaçados de extinção.
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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.
As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.
“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.
Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.
A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.
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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.
A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.
O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.
A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.
Ajuste estratégico e eficiência operacional
A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.
“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.
Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.
A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.
Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.








