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Camila Queiroz e Klebber Toledo são os novos embaixadores da Estrella Galicia

O casal de atores Camila Queiroz e Klebber Toledo são os mais novos nomes da cerveja Estrella Galicia no Brasil. A empresa espanhola mantém uma tradição centenária no preparo de suas cervejas e investe alto na cultura que se assemelha aos valores da marca. Assim como fez na maior série de sucesso da Netflix, La Casa de Papel, a cervejaria busca por nomes que compartilham dos mesmos valores da cervejaria, através de trabalhos que se diferenciam por não seguir o padrão dos demais, ser feito com o máximo de detalhe e paixão, e, acima de tudo, nomes que não perdem a sua essência e valores apesar dos desafios. Foi desta forma, junto com a equipe de sua agência de publicidade, a Fillet, que a Estrella Galicia firmou uma parceria inédita com dois grandes nomes da dramaturgia nacional, um dos movimentos mais importantes fora da Europa.
Camila e Klebber chegam num momento especial. Há poucos dias, a empresa anunciou a implantação de uma nova fábrica no Brasil, em Araraquara (SP), e uma parceria de 12 anos de distribuição com o Sistema Coca-Cola. “A vinda da Camila e do Klebber só reforçam nosso compromisso com o mercado brasileiro. São pessoas que se dedicam para fazer um trabalho de qualidade, amam o que fazem sem perder suas autenticidades. Nossa associação é baseada em valores compartilhados como paixão, busca pela excelência e nossa tradição artesanal. Buscamos nomes que podemos definir como “Incomparáveis”, assim como nossa nova campanha e nossas cervejas. Tenho certeza que com esses ingredientes, desfrutaremos de ótimos momentos juntos que nos ajudarão a passar nossa mensagem aos amantes da cerveja em todo o País”, explica Dante Grassi, diretor de marketing da Estrella Galicia na América Latina.
A agência Fillet estruturou a campanha “Incomparável” e traçou um plano de buscar os embaixadores para ajudar a reforçar os principais valores da marca. “O que mais chamou atenção nos dois (Camila e Klebber) foi quando a gente se aproximou para contar um pouco da nossa proposta e descobrimos todo o cuidado que eles têm com o trabalho e nas demais coisas que fazem, e isso tem uma proximidade enorme com os princípios da Estrella Galicia. Este envolvimento criou ainda mais possibilidades para o projeto. Por exemplo, o Klebber gosta muito de velocidade e o motor é um dos pilares da cervejaria, como a parceria com a Scuderia Ferrari (F1), MotoGP, entre outros. Além disso, eles trabalham muito em torno de saudabilidade, se cuidam bastante, o que vai de encaixe com a proposta dos rótulos da Estrella Galicia Sem Glúten e Estrella Galicia 0,0”, comenta o diretor e um dos sócios da Fillet, Rodrigo Mauger.
Entre outras ações pontuais, a parceria com os atores também abrange a participação em uma Websérie que contará com outros personagens – estes serão apresentados em breve pela marca. Com o casal, Camila e Klebber, a ideia é montar episódios baseados no novo conceito da marca, traçando um paralelo entre os valores de Estrella Galicia e atributos da personalidade dos dois. “O vídeo os mostrará em seus locais prediletos, falando sobre sua vida, enquanto fazem uma atividade rotineira que seja bem característica deles. A ideia é captar esses momentos para criarmos uma narrativa com o depoimento”, ressalta Mauger.
Para os atores, dentre muitos pontos em comum, a parceria com Estrella Galícia faz muito sentido pois buscam sempre construir grandes histórias. “Já fomos abordados por outras marcas de cervejas antes, mas nenhuma trouxe uma proposta tão genuína e que vem de encontro com os valores que acreditamos e nosso momento de vida e carreira. Quando abraçamos uma marca é para valer, e tem que ter muita sinergia com nossas personalidades. Estamos orgulhosos em fazer parte desse novo momento da Estrella Galicia no Brasil e em nossas vidas. Com certeza estaremos juntos em momentos incomparáveis de 2022”, destaca Camila Queiroz e Klebber Toledo.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








