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Burger King Brasil provoca reflexão

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Conhecido por levantar temas sociais e culturalmente relevantes na sociedade, o Burger King Brasil anuncia essa semana o lançamento da campanha “Delivery de 267 anos”. A comunicação propõe a reflexão sobre a falta de equidade salarial entre homens e mulheres nas empresas e o papel que todos temos para resolver esse incomodo. Para evidenciar esta tensão social, nos últimos dias, os pedidos recebidos no Delivery próprio do Burger King Brasil (BK Delivery) apresentaram o prazo de espera de 267,6 anos para chegar até a casa dos consumidores, o mesmo intervalo previsto para a equiparação de salários (entre homens e mulheres) ser atingida no mundo – segundo o Global Gender Gap Report de 2021. Todo o filme da campanha é composto pelas reações de pessoas reais, personalidades e consumidores, ao se depararem com o tempo desproporcional retratado na ativação. 

A Equidade Salarial é um tema presente na sociedade há muito tempo e merece atenção e espaço nos debates atuais. Hoje, segundo pesquisa do IBGE, mulheres ganham até 23% menos que os homens nas mesmas funções, e o Brasil é o 89º país no ranking de oportunidades econômicas para mulheres, segundo World Economic Forum. Embora essa diferença seja um problema global, o Brasil se destaca negativamente como um dos piores países nesse ranking de diferenças salariais, atrás inclusive de países como Jamaica, Paraguai e Nigéria.

A campanha é a primeira após o Burger King Brasil ter divulgado, no final do ano passado, seus compromissos públicos de ESG nos pilares de sustentabilidade “Nossa Comida”, “Nossa Pegada” e “Nossa Gente”. Ao final do filme, o consumidor é convidado a conhecer mais sobre o tema equidade na empresa e os compromissos assumidos publicamente, como por exemplo no que diz respeito a igualdade de mulheres na liderança do corporativo e dos restaurantes. Para mais informações acesse o link: https://burgerking.com.br/nossagente

Atualmente, o Burger King Brasil conta com aproximadamente 17 mil funcionários e tem 48% de sua liderança em seu escritório corporativo composta por mulheres e 51% de liderança feminina nos seus restaurantes. Uma consultoria global contratada, atestou não haver diferença salarial significativas entre os gêneros na companhia.  Além disso, a companhia também possui o selo Women on Board, que reconhece às organizações que incentivam a presença de mulheres em conselhos administrativos ou consultivos, apoiado pela ONU Mulheres.

A campanha foi idealizada pela agência David, com direção de criação de Renata Leão e produzida pela Sailor, cujo quadro de colaboradores participantes da iniciativa é 100% composto por mulheres. A campanha também contou com o apoio de Cristina Naumovs, consultora de criatividade e inovação que acompanhou todo o processo. 

Para Juliana Cury, diretora de marketing & inovação da BK Brasil, máster franqueada das marcas Burger King e Popeyes no País, essa é uma grande oportunidade para a marca seguir com o seu propósito de oferecer muito além do que os deliciosos sanduíches e sim, levantar e apoiar assuntos que permeiam a sociedade: “A idealização da campanha é uma forma de abrir caminhos e incentivar a sociedade a debater uma causa de extrema importância. Acreditamos que nosso papel como organização e marca é incentivar a reflexão acerca de um assunto tão essencial como é a equidade salarial de gênero”, conta a executiva. 

“Os dados do Global Gender Gap Report 2021 mostram que isso é um grande engano. O fim está bem longe. Mas esforços como esses fazem, ao menos, ficar um pouco menos longe. Cobrar e lembrar constantemente é um dever de todos.” diz Renata Leão, ECD da David.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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