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Burger King apresenta nova identidade visual depois de 20 anos

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Desde 1954, o Burger King incentiva seus clientes a ser quem você é e celebrar sua autoexpressão com confiança. Hoje, a marca anuncia um grande passo em toda sua trajetória e apresenta seu novo design que estará presente em toda a jornada do consumidor. Inspirado nos ingredientes reais do cardápio, a nova identidade visual firma o primeiro rebranding da marca em mais de 20 anos, representando de forma mais autêntica os valores da rede.

Combinando sabor e qualidade por meio do design, cada elemento foi intencionalmente repaginado para refletir a nova jornada do consumidor no BK. Os princípios da nova configuração captam as características únicas da marca: grandiosidade e ousadia, ingredientes de verdade que dão água na boca e autenticidade.   

Mais do que rebranding, reafirmação de valores

O anúncio global sinaliza o compromisso da marca com a transformação digital, além de melhorias nos padrões de sabor e qualidade dos alimentos, remoção de ingredientes de origem artificial.    

As últimas ações do Burger King refletem no quanto a marca está se esforçando para garantir que os consumidores se sintam bem com o que estão comendo, e isso está presente na nova identidade visual do restaurante e em toda a experiência digital. A marca apresenta um novo logotipo, embalagem, materiais de restaurantes, uniformes e iconografia que estará presente também nas redes sociais e canais digitais da marca.     

Nova identidade visual   

  • Logo – o logo transmite a confiança e os valores de comida real, simples e deliciosa. Desde o lançamento do logotipo antigo em 1999, a marca fez uma transição para uma linguagem mais moderna e amigável. Essa nova versão 2021 é minimalista e atende perfeitamente a evolução da rede, homenageando suas heranças com linhas refinadas, confiante, simples e mais irreverente.    
  • Cores – as cores selecionadas são ricas e arrojadas, inspiradas no icônico processo de grelhar no fogo como churrasco, além de trazer referências aos ingredientes frescos. A nova fotografia é texturizada e dialoga com o aspecto sensorial da comida.    
  • Fonte – a nova fonte é proprietária da marca BK, intitulada de “chama” e foi inspirada nas formas das comidas de BK – arredondadas e gostosas, marcando sua personalidade descontraída.    
  • Uniformes – Os uniformes dos colaboradores refletem os mestres da grelha e do fogo, combinando um estilo contemporâneo e confortável, com cores e gráficos distintos.   
  • Embalagem – as embalagens exibem o novo logotipo com cores ousadas e ilustrações divertidas dos ingredientes.  

“O design é uma das ferramentas mais essenciais que temos para comunicar quem somos e o que valorizamos, ele desempenha um papel vital em criar o desejo pela nossa comida, maximizando ainda mais a experiência dos nossos clientes, que são o centro do nosso negócio. Queríamos usar o design para fazer as pessoas ansiarem pela comida do BK; por nosso hambúrguer único grelhado no fogo como churrasco; e acima de tudo, pelo sabor”, afirma Fernando Machado, global Chief Marketing Officer do Burger King. 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

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A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.

A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.

“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.

Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.

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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

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A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.

As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.

Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.

De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.

Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.

Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.

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