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Bubbaloo lança campanha com foco nas gerações Alpha e Z

Bubbaloo, pertencente à Mondelez Brasil, e marca líder no segmento de Bubble Gum – também conhecido como chicletes de bola –, volta a inovar e traz campanha para apresentar, agora nacionalmente, sua nova linha de balas macias. Com o mote “Tudo Pode Ser Mais Bubba”, a ação é concentrada no ambiente digital e com 100% dos conteúdos feitos via co-criação com creators do TikTok, Instagram e Twitch, voltados para as gerações Alpha e Z. O conceito da campanha parte da ideia de que, além das balas, muitas situações da vida podem ser mais Bubba, ou seja, mais leves, divertidas e coloridas.
Em campanha idealizada pela agência David, a marca busca estreitar a parceria nativa da Geração Z e Alfa, nascida em plataformas digitais e sociais. Tudo isso por meio de um novo posicionamento que seja divertido, único, disruptivo, criativo e que celebre a delícia dos produtos. Para isso, utilizam de um squad de creators com nomes como @vivi, @fefe, @dudapimenta, @pklipe e @bibitattoo. Além disso, para dar vida ao conceito, a marca conta com dois creators de animação, @nobodysausage e @oimare, para fazer a co-criação de conteúdos em formato de animação, que contam a história do que é transformar um momento chato, entediante em Mais Bubba.
“Voltamos com o investimento na marca depois de anos fora do ar, para se reconectar com a nova geração de forma relevante, com linguagem atual e ainda com novas opções de produtos, entrando em uma nova categoria, gerando novas ocasiões de consumo”, afirma Anna Carolina Teixeira, diretora de balas e gomas da Mondelez Brasil. “Já temos conquistado resultados maravilhosos desde a retomada com grandes exemplos como a aceitação das novas balas macias, a paixão dos consumidores pela parceria com O Boticário, o feedback do novo sabor de Trakinas, os recordes batidos no TikTok com a campanha e ainda temos muito mais vindo por aí”, completa a executiva.
Icônica na vida dos brasileiros desde a década de 80, quando lançou o primeiro chiclete recheado, a marca desperta uma nostalgia que balança o coração dos Millenials. Agora, é hora de expandir o contato com as novas gerações Z e Alpha, se mantendo no cenário da nostalgia e marcando presença nos territórios dessa geração, acompanhando suas tendências e preferências. Pensando nisso, a marca anuncia um novo sabor ao portfólio de balas, o Citric Blueberry, que traz o formato do rabinho do icônico gato de Bubbaloo.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








