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Britânia lança Escola Britaniar para ensinar o idioma que facilita a vida dos brasileiros

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Em 2021 a Britânia, uma das maiores produtoras nacionais de eletroeletrônicos e eletroportáteis, completou 65 anos. Como parte desse novo momento, a marca eleva o branding e transforma em “verbo” seu nome. Para trazer ainda mais significado e conexão emocional com os consumidores, o vocabulário Britaniar vem com novidades. Continuação da campanha criada pela Grey Brasil, a marca lança a Escola Britaniar, criada pela Tastemakers Brasil. A garota-propaganda da marca, Ivete Sangalo, será a professora da turma, que conta com a participação de Tirulipa, Jojo Toddynho, Nicole Bahls, Thaynara OG, Gkay e Babu Santana.

O verbo britaniar já faz parte do dia-a-dia dos brasileiros. Uma pesquisa interna mostra que 98% dos lares do país contam com pelo menos um item da marca. Mas, como nem todo mundo identifica ou reconhece, a campanha chega para reforçar a comunicação do posicionamento. O idioma, que tem como intenção traduzir a marca, veio para deixar a vida das pessoas mais divertida, leve e prática.

“Ao longo desses 65 anos de atuação, a Britânia construiu uma relação de confiança com o consumidor brasileiro, sempre buscando deixar a vida das pessoas cada vez mais fácil e prática. A marca, que faz parte da casa dos brasileiros, continua inovando para estar presente em todos os momentos. Para exemplificar o uso do Britaniar no dia a dia, trouxemos um time de grandes influenciadores com conteúdos leves e muito humor”, comenta Cristiane Clausen, Diretora Geral da Britânia.

Uma pesquisa desenvolvida pelo Spotify em 2019 revelou o que o mercado já sabia: 70% das pessoas se lembrarão de marcas que estiveram presentes em momentos especiais de sua vida. A nostalgia se firma como uma tendência de mercado.

“Foi apostando nessa certeza, que trouxemos o formato sala de aula para pulverizar e educar o consumidor com o conceito de Britaniar. Afinal, muitos de nós participamos desta situação em algum momento da vida e que, provavelmente, foi uma época inesquecível para todo mundo. Com uma narrativa leve e divertida, o Britaniar mostra nesta interação o estilo ‘ensino a distância’ em formato memético. Estas caras conhecidas, seus jargões e jeitos copiados e repetidos pelo público trazem a certeza de interação e engajamento com o consumidor, além da brincadeira ter a intenção de inserir a palavra Britaniar ao vocabulário do dia a dia do brasileiro”, comenta Ana Lúcia Zambon, CEO e fundadora da Tastemakers Brasil, agência responsável por todo projeto.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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