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Bmg lança nova campanha de marketing com Supla para descomplicar o Open Banking

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Bmg lança nova campanha de marketing com Supla para descomplicar o Open Banking
O Open Banking chega em julho à sua segunda fase de implantação e, para explicar o que muda para a população e quais os reais benefícios que as novas regras de compartilhamento de dados bancários pessoais trazem ao brasileiro, o Banco Bmg preparou uma campanha inovadora e divertida com o cantor Supla, a Open Banking Games. Na campanha, que terá o primeiro teaser oficial lançado no dia 7 de junho, Supla trará todo o seu carisma e fluência em inglês e português para traduzir o que realmente o Open Banking significará no dia a dia das pessoas.

“De um ponto de vista de negócios, o Open Banking vai ser muito positivo para bancos como o Bmg, e estamos há tempos nos preparando para esta nova fase do mercado com uma frente grande atuando no tema, tanto em tecnologia quanto em visão de negócios, inclusive já firmando parcerias importantes. Mas o Open Banking vai ser ainda mais positivo para os clientes, e é pensando neles que desenvolvemos essa campanha. Queremos ser o Banco que vai explicar essa revolução do jeito mais simples e divertido, incluindo de fato as pessoas no assunto. A campanha vem reafirmar nosso posicionamento e nosso compromisso em traduzir sem linguagem técnica” comenta Alexandre Winandy, Diretor de Digital e Marketing do Banco Bmg.

A campanha será veiculada nas mídias digitais e redes sociais – Instagram, Facebook, YouTube, Twitter, LinkedIn e TikTok – e foi idealizada em um formato de jogos, como se fossem olimpíadas, em que os participantes tentam vencer os obstáculos em três provas diferentes, que reproduzem as complicações enfrentadas diariamente com as regras bancárias atuais: “Labirinto dos Dados Bancários”, “Mar dos Comprovantes e a Colina da Burocracia”, e a “Luta de Cotonete contra o Banqueiro Pegajoso”.

Todas as provas terão o nível de dificuldade alto, “sem open banking”, em que os participantes não conseguirão chegar até o final, mas, após esse insucesso, Supla habilitará o “modo Open Banking”, que reiniciará as provas sem os obstáculos que dificultavam a sua finalização. Ao concluírem os circuitos, além de entenderem o conceito e os benefícios do novo sistema, os participantes encontrarão o Supla e receberão um troféu do Open Banking Games.

“Apresentaremos ao público, de maneira lúdica, o verdadeiro significado do Open Banking, ou seja, que com as novas regras a vida financeira vai se descomplicar. Para isso, contamos com a figura do Supla para transmitir um pouco do momento de transformação que o Bmg passa, tornando-se mais moderno, inclusivo e digital. Com a campanha, queremos mostrar à população e aos nossos clientes que eles podem confiar no Bmg para ajudá-los a trafegar em meio às evoluções que acontecem no sistema bancário, como um parceiro na educação, na inclusão e na democratização financeira no País”, afirma Winandy.

A campanha foi elaborada pelo Brivia Group e os filmes produzidos pela Vibra Digital, com direção geral de Max Garcia Solla, direção de fotografia de Anderson Capuano, direção de arte de Gisele Pedrão e produção executiva de Paula Locatelli.

Afinal, o que é o Open Banking?

É um assunto novo, que vem para facilitar a vida bancária de todos. Com a autorização do cliente, será possível qualquer instituição financeira acessar exatamente os seus dados bancários sem burocracia. Esse compartilhamento auxilia as instituições financeiras a conhecerem melhor as pessoas, as necessidades de cada uma e, assim, oferecer produtos, serviços e taxas mais adequados, de acordo com cada perfil. O principal detalhe é que a decisão final, de quais informações serão compartilhadas e quais instituições terão acesso, será totalmente da pessoa física.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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