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Bernardinho estrela nova campanha de marketing da (re)energisa

A (re)energisa, marca do Grupo Energisa de soluções de energia voltadas para a transição energética e descarbonização dos negócios, acaba de lançar sua nova campanha de comunicação, desta vez com um nome de peso que personifica o mote “Renove Sua Energia” com precisão: Bernardinho, técnico da seleção masculina de vôlei do Brasil.
A poucos meses da sua estreia nas Olimpíadas de Paris, a parceria tem o intuito de fazer com que a marca do Grupo Energisa se beneficie da popularidade e da energia realizadora, marca registrada do treinador supercampeão que, assim como a (re)energisa, atua em diversas frentes. Bernardinho, além da carreira esportiva, já atuou como comentarista de TV e ainda é empresário bem-sucedido. A (re)energisa, por sua vez, reúne soluções completas de energia e gás para facilitar a jornada da transição energética do cliente de forma segura e com economia. Sua escolha também se deu pelas diversas sinergias entre o técnico e a marca, como “solidez e experiência”, “construção de equipes e estratégia para conquistar os melhores resultados” e “orgulho de pertencer”. Neste sentido, as peças da campanha exploram conceitos de energia, confiança e potência, que são fundamentais tanto nas quadras quanto nos negócios.
A campanha terá abrangência nacional e permeará todas as expressões da marca. Contará com peças para TV, internet, jornal, rádio, materiais de apoio a venda. A estreia está marcada para o dia 9 de abril e iniciará com veiculações nos jornais O Globo e Valor Econômico.
A campanha foi idealizada e será executada pela Agência Jones, com produção da Surreal, que tem forte compromisso com a sustentabilidade e um cuidado especial com os resíduos da produção. O investimento em mídia não foi divulgado pela empresa.
“Quando começamos a campanha buscávamos um nome que tivesse reputação e credibilidade. Como somos uma marca com atuação nacional, era muito importante que fosse uma personalidade conhecida e respeitada em todo o Brasil. A parceria com o Bernardinho torna a nossa marca mais próxima dos clientes e reforça nossos principais atributos como empresa: solidez e confiabilidade. Somos parte de um Grupo que tem 119 anos de atuação no setor elétrico. O parceiro com quem as empresas poderão contar,” afirma Roberta Godoi, vice-presidente de soluções energéticas e líder da (re)energisa.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








