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Bauducco lança linha Bites e promove desafio no TikTok com Dennis DJ

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A Bauducco tem em seu DNA, criar inovações que entreguem uma nova experiência aos consumidores. E para este Natal, a grande novidade é a linha Bites, que traz pedaços de Panettone e Chocottone cobertos com chocolate ao leite, feitos do tamanho de uma mordida. O lançamento vai marcar também, a estreia da Bauducco no TikTok.

A linha Bites tem um processo de fabricação diferenciado por ser em pedaços e ter cobertura de chocolate ao leite puro. Este é um dos grandes diferenciais no produto, o que preserva a massa fofinha e molhadinha, garantindo o característico sabor dos Panettones e Chocottones e cuidando para que o chocolate ao leite também chegue com a qualidade Bauducco nas lojas. Os produtos vêm em embalagens de 107g e são perfeitos para compartilhar entre os amigos e a família.

Chocottone Bites de 107 g, ao preço sugerido de R$8,99. Panettone Bites de 107g, ao preço sugerido de R$8,99. 

Challenge de Natal no TikTok

Para sua primeira participação no TikTok, a Bauducco lança o challenge “Se transporte para o Natal”, que entrou no ar ontem, dia 03 de novembro (terça-feira). O desafio foi embalado por uma versão exclusiva e remixada de uma música icônica de Natal (Jingle Bells), produzida com exclusividade pelo DJ Dennis.  

Os influenciadores serão transportados para o Natal Bauducco, assim que comerem um pedaço de Chocottone Bauducco. No challenge, os influenciadores vão começar o conteúdo em um ambiente sem brilho e mostrar o mesmo espaço ganhando uma decoração de Natal incrível, com muita luz e alegria.  No final, os tiktokers vão convidar os seguidores a participarem do desafio, gerando conteúdos e citando a Bauducco.

Entre os influenciadores que participam da ação, perfis de peso que, juntos, reúnem mais de 65 milhões de seguidores. Maisa, Dennis DJ, Caio Castro, Jeipy, JP Mota, GKay, Raissa Chadad, Lucas Rangel, Camilla de Lucas, Rodrigo Simas, Pequena Lo, Agatha Moreira, Thatty Ferreira, Camila Rocha, Thais Carla e João Guilherme são os nomes que vão dar visibilidade ao challenge. O primeiro vídeo na web foi do próprio Dennis DJ.

Essa ação foi idealizada pela agência de publicidade CP+B Brasil e desenvolvida em parceria com a Mynd, agência especializada em música, cultura digital e entretenimento, que também possibilitou o encontro entre a marca e os artistas e influenciadores.

“Chocottone é muito mais que um símbolo do Natal que a Bauducco criou, é uma marca jovem e que traz inovação e ousadia. Neste ano, estamos trabalhando fortemente no digital e com protagonismo em plataformas em que os jovens e Chocottone Lovers estão engajados”, explica Juliana Corá, Grouper de Marketing da Bauducco. “Fizemos a releitura de logotipo, trazendo mais indulgência para a marca, renovamos as embalagens, além de esforços direcionados na comunicação digital para entregar essa estratégia. E para reforçar este plano, a linha Bites chega entregando através do produto todos esses atributos para um público descolado e que está sempre em busca de novidades”, completa.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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