Empresa
Banco do Brasil reforça apoio ao esporte brasileiro em campanha sobre vôlei

Enaltecendo seu apoio ao esporte brasileiro, após as campanhas de surfe e skate, o Banco do Brasil traz agora o vôlei para o centro de sua comunicação. A nova campanha conta com a participação dos atletas de quadra Jaqueline Carvalho, Darlan Souza, Carol Gattaz, Lucão e as de praia: Duda, Ana Patrícia e Carol Solberg.
A narrativa da comunicação gira em torno da torcida típica brasileira, que grita, vibra e faz parte do protagonismo mundial do vôlei brasileiro no cenário esportivo. A animação da galera se mostra como um grande motivador para os atletas não deixarem a bola cair, seja na quadra ou na areia. E o Banco faz parte dessa torcida.
“Mais do que um patrocinador, o BB é um torcedor fiel em qualquer cenário do vôlei nacional. Com essa campanha, queremos reforçar nosso apoio ao esporte, dar voz aos atletas, prestigiar a torcida e inspirar o brasileiro a buscar tudo que ele imaginar”, comenta Paula Sayão, diretora de marketing e comunicação do Banco do Brasil.
A campanha, que estreia no dia 8 de janeiro, conta com filme de 30” e 15”, além de mídia exterior e digital. A criação é da WMcCann, com produção da O2 Filmes.
Ficha Técnica:
Agência: WMcCann
Cliente: Banco do Brasil
Produto: Institucional
Nome da campanha: Campanha Vôlei 2023
Time do Cliente: Paula Sayão, Ana Carolina de Castro, Bruna Ferraz, André Cabral, Fernanda Pereira e Patrícia Lira
CEO: André França
VP executiva e diretora-geral da WMcCann Brasília: Patrícia Andrade
CCO: Dani Ribeiro
Direção de criação: Eric Sulzer
Diretor de Criação Associado: Raoni Leão
Criação: Anselmo Ferreira, Raoni Leão, Caio Soares e Rodrigo Coletto
Negócios: Dilma Lima, Viviane Bento, Thais Santos, Angela Saliba, Gabriella Miranda e Fernando Cabral
COO & CSO: Renata Bokel
Planejamento: Ricardo Bauab e Kildery Oliveira
Conteúdo: Josane Muriel e Taynara Souza
VP de Mídia: Andreia Abud
Mídia: Giuliana Chekin, Glenda Tugumia, Raquel Assunção, Mireille Terra, Thyessa Benicasa e Anderson Lima
BI: Felipe Borges, Luis Paes e Lucas Abíscula
Diretora Geral de Produção: Camila Naito
Produção Integrada: Camilla Mendes, Taita Kuhn, Lívia Gouveia e Fabiana Dias
Produtora do filme: O2 Filmes
Visão Criativa: Luiza de Moraes
Direção: Rodrigo Pesavento
Diretora Produção Executiva: Flávia Zanini
Produção Executiva: Ed Tamachiro
Assistente Executiva: Fernanda Figueiredo e João Pedro Kohn
Diretora de Atendimento: Rejane Bicca
Atendimento: Ivan Caetano e Malaika Cipriano
Atendimento de Pós: Nany Lucena e Breno Panfili
Direção de Fotografia: Fernadno Bertoluci
Direção de Arte: Marcelo Escañuela
Diretor de Produção: Rodrigo Guimil
1ª Assistente de Direção: Tina Ponte
Produtora de Elenco: Deise Moyses
Produtor de Figurino: Diogo Costa
Cabelereiro e Maquiador: Paulo Botelho
Pós-produção: O2 Filmes
Montagem: João Macfarland
Pós-produção: O2 Filmes
Coordenador de Pós-produção: Felipe Andriolo
Supervisora de Pós-produção: Rafaela Bitencourt
Assistente de Coordenação: Marian Falcão
Finalizador: João Pedro David e Pedro Viciti
Supervisor de VFX: Thiago Corá
Colorista: O2 Pós
Produtora de som: A9 Áudio
Direção musical: Apollo
Atendimento: Nicole Bonani
Coordenação: Paloma Sol
Locução: Ana Flor
Curadoria e Gestão Artística: Cara de Conteúdo
Fotógrafo Still: Julio Detefon
Projetos: Nathália de Brito e Renata Spindola
Relações Públicas: Kerena Neves e Giulia Camargo
Empresa
Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.
A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.
Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.
Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.
Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.
Empresa
Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.
A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.
Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.
Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.
O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.








