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Baden Baden apresenta campanha “Do Vinho à Cerveja” que visa exaltar a marca como alternativa de harmonização

Baden Baden, marca de cerveja artesanal, apresenta a campanha “Do Vinho à Cerveja”, com o propósito de promover entre os consumidores uma nova percepção a respeito dos rótulos da marca e exaltá-los como alternativas sofisticadas no universo das harmonizações.
Para o projeto, a Baden Baden aposta em ações digitais com influenciadores, que irão auxiliar os consumidores a descobrirem novas possibilidades de harmonizações além das já tradicionais feitas com vinho. Para isso, os experts em vinho, Eu Amo Vinho e De Onde Vinho, propõem comparativos mais diretos em relação aos territórios das bebidas, trazendo exemplificações de diferentes tipos de vinho que podem ser alternados com os estilos de Baden Baden. Além disso, vão destacar como ter uma experiência singular com cervejas, elencando os elementos que fazem de Baden Baden um líquido tão sofisticado.
Já o casal Ana e Zé, do Do Pão ao Caviar, também estão presentes na campanha, ensinando receitas rápidas que combinam com os líquidos de Baden Baden, disponibilizadas nas redes sociais da dupla e no perfil oficial da marca, além de esclarecerem o conceito dessas harmonizações. Nomes como Bruno Van Enck, Luisa Peleja, Regianne Ahadi, Rafael Licks, Gab Hebling, Pedro Pacífico e a página viral Festa da Firma, também serão ativados na ação e contarão como harmonizam seus estilos de vinhos favoritos e como é possível trazer a mesma elegância em harmonizações cheias de sabor com as cervejas artesanais da marca.
“Como expectativa, queremos fazer essa aproximação com os consumidores e mostrá-los que a Baden Baden traz elegância e sofisticação, além de sabores e combinações surpreendentes, e que os momentos especiais também podem ser harmonizados com cerveja”, afirma Eduardo Picarelli, diretor de marketing das marcas craft do Grupo HEINEKEN no Brasil.
Os rótulos de Baden Baden que participam da ação são seus estilos fixos no portfólio da marca. São eles: Baden Baden Cristal, uma Pilsen produzida 100% com maltes de cevada; a Baden Baden Golden, com sabor adocicado, coloração dourada e aroma marcante de canela e frutas vermelhas; a Baden Baden Witbier, produzida com maltes de trigo e cevada, que traz o sabor refrescante e cítrico da laranja e o toque levemente picante da semente de coentro; e a Baden Baden American IPA, com amargor intenso, aromas de maracujá e cítrico, provenientes dos lúpulos e da adição de suco da fruta.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







