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Avon lança Central de Apoio Social para Representantes de Beleza

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Avon lança Central de Apoio Social para Representantes de Beleza

Com o objetivo de reduzir os impactos emocionais, físicos, sociais e econômicos causados pela pandemia, a Avon consolida a Central de Apoio Social para suas Representantes e Empresárias da Beleza. Essa plataforma é voltada para o acolhimento da Rede que compõe a força de vendas no Brasil e em demais países em que a marca está presente na América Latina. A iniciativa está integrada à estratégia de Natura &Co – grupo do qual a Avon faz parte, junto com a Natura, The Body Shop e Aesop – para o enfrentamento da Covid-19, que inclui o cuidado com as pessoas como uma das prioridades.

De acordo com Ana Carolina Albuquerque, Diretora de Marketing de Relacionamento, a Central irá expandir os benefícios do Fundo Emergencial, criado em 2020, para apoiar Representantes e Empresárias da Beleza no enfrentamento de problemas de saúde, sociais e psicológicos. “Faz parte da essência da Avon cuidar das Representantes, todos os dias, e ainda mais diante dessa crise humanitária que vivemos. Este ano, reestruturamos e ampliamos esses serviços assistenciais, estendidos até dezembro, para garantir apoio rápido às Representantes que precisam de suporte.” afirma.

Os serviços oferecidos 24 horas por dia incluem Auxílio Câncer, Auxílio Funerário e ferramentas de suporte e orientação para mulheres em situação de violência – como o canal de atendimento Ângela, assistente virtual via WhatsApp – viabilizados pelo Instituto Avon. Além disso, a plataforma também disponibiliza serviços de assistência social, telemedicina para casos de suspeita ou confirmação de Covid-19, Auxílio Alimentação em casos de vulnerabilidade social e assistência psicológica, que foi ampliada de quatro para seis sessões gratuitas.

Atuação pelas Representantes durante a pandemia

Em 2020, o Instituto Avon levantou R$ 1,7 milhão para apoiar mulheres durante a pandemia por meio do Fundo Emergencial. Cerca de 5,7 mil representantes foram atendidas pela iniciativa, incluindo serviços como Central Saúde 24 horas, que contava com orientação de enfermeiros via WhatsApp e telefone; assistência psicológica e social via chatbot e telefone; apoio e orientação pela plataforma Psicologia Viva em casos de violência doméstica. Esses serviços foram ampliados agora pela Avon e o grupo Natura &Co a partir da criação da Central de Apoio Social.

O Instituto Avon também lançou, em 2020, a campanha #IsoladasSimSozinhasNão devido ao aumento do número de casos de violência doméstica durante o isolamento social. A ação contou com o apoio de todas as marcas do grupo Natura &Co e nasceu com o objetivo de viabilizar redes de apoio para auxiliar vítimas de violência, conscientizar a população e promover a doação de auxílio financeiro para abrigos.

Novo Modelo Comercial: mais digitalização, benefícios e satisfação para Representantes

Outro pilar de atuação do grupo Natura &Co durante a pandemia foi de manter a economia circulando da maneira mais segura possível. A Avon, para auxiliar suas Representantes, fez um forte investimento em digitalização, visando manter as suas atividades de forma remota, segura e eficiente. Com novas ferramentas digitais, foi possível também expandir oportunidades de vendas por meio do social selling – um modelo de vendas diretas por meio de canais on-line, incluindo compartilhamento da Revista Digital via redes sociais e outros serviços online, como a plataforma Avon Conecta, para criação de lojas virtuais; o aplicativo Minha Avon, que auxilia representantes no gerenciamento de seus negócios; e o Avon Desenvolve, plataforma com mais de 600 treinamentos virtuais com foco em empreendedorismo, técnicas de vendas, marketing digital e produtos.

A digitalização é parte da jornada de transformação da Avon, que em 2021 também lançou seu novo modelo de operação com uma inovadora proposta comercial. O objetivo é oferecer mais lucros para as Representantes, conforme elas progridem suas vendas. O novo modelo também oferece maior facilidade para uma nova Representante começar sua atividade na Avon, com diminuição do investimento inicial necessário, além de benefícios exclusivos que podem ser estendidos às suas famílias, como descontos especiais em universidades, escolas de idiomas, medicamentos, exames e consultas médicas. No segundo trimestre deste ano, a Avon alcançou o maior índice histórico de satisfação das Representantes.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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