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Avon é a primeira marca de maquiagem a patrocinar o Big Brother Brasil

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Não é novidade que a Avon está presente nos lares de todo o Brasil participando e contando histórias de gerações para gerações de mulheres. Para intensificar essa presença e criar conexões com o público, a Avon, de forma inédita, se torna a primeira marca de maquiagem patrocinadora do Big Brother Brasil 21. A aposta na cota “big”, coloca a companhia entre os principais investidores da edição. Para o BBB21, o objetivo é fazer um convite para que todos olhem para a Avon sob uma nova perspectiva, quando a empresa completa 135 anos de história e também seu primeiro aniversário de chegada ao grupo Natura &Co.

“A TV sempre fez parte da nossa estratégia de mídia e, este ano, decidimos amplificar nosso alcance para atingir diferentes públicos e nichos. Combinado ao sucesso da edição anterior do reality, apostamos na casa mais vigiada do Brasil para apresentar uma nova Avon”, explica Viviane Pepe, diretora de Comunicação da Avon Brasil.

Nas vinte edições anteriores, nunca houve uma empresa de maquiagem como patrocinadora do programa e essa será mais uma oportunidade para a Avon levantar e defender suas bandeiras – pioneirismo, inovação, diversidade e estímulo ao empreendedorismo e empoderamento feminino, além de importantes ações e mobilizações nas causas do combate ao câncer de mama e do enfrentamento da violência contra as mulheres e meninas no Brasil por meio da atuação direta do Instituto Avon. “O BBB20 mostrou-se uma grande e poderosa plataforma para gerar conversas importantes para a sociedade e temos muito a acrescentar a esses temas, já que defendemos essas causas há 135 anos. Além disso, será o momento de reapresentar a Avon ao Brasil, uma companhia de maquiagem centenária, que se reinventa e se adapta a cada geração, entregando produtos inovadores e acessíveis e que sabe conversar com todos os públicos que fazem parte da história da marca”, finaliza a executiva.

Como um dos maiores patrocinadores, a Avon terá ativações importantes nos quatro meses de programação, que passarão por datas comemorativas relevantes e lançamentos de produtos. O BBB21 começa dia 25 de janeiro.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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