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Automação de marketing: criando a comunicação ideal para cada público

Jonatas Abbott
Se você quer aumentar suas vendas online ou atrair mais pessoas até a sua loja física, a automação precisa fazer parte da sua estratégia. De acordo com o estudo “The Ultimate Marketing Automation Stats” da Emailmonday, 50% das empresas já utilizam automação de marketin
Com a ajuda da automação de marketing, você cria uma sequência de comunicações com base no comportamento do público — seja no site, seja nas redes sociais ou mesmo nas ferramentas de CRM utilizadas. Além disso, torna-se algo mais simples segmentar o seu público e entender quem são as pessoas mais dispostas a comprar e quem ainda precisa de mais tempo para se interessar nos seus produtos.
As plataformas de automação de ma
De forma geral, é possível dizer que o grande diferencial da automação é a possibilidade de se comunicar de forma precisa com cada pessoa que interage no seu site ou canal conectado com a ferramenta utilizada. Se um usuário visita uma página sobre um produto X, ele pode receber, de forma automatizada
Em tempos de LGPD, vale lembrar: toda ação de marketin
A partir da integração com os demais canais de marketing, torna-se mais simples entender quais contatos estão mais dispostos a comprar e quais deles ainda precisam de mais tempo interagindo com a sua marca.
Se você não sabe como segmentar seu público, as plataformas de automação de ma
Para quem tem e-commerce, então, a automação é ainda mais útil: estamos falando de uma ferramenta que consegue analisar produtos visitados na loja virtual, itens que foram inseridos no carrinho, mas não foram comprados, e muitas outras possibilidades com base na navegação dos usuários.
Muitas empresas esquecem que podem conectar os canais de marketing para gerar
E, se você acha que a automação de marketing é útil apenas para atrair novos clientes, saiba que ela é essencial para fidelizar o público. Você pode criar pesquisas de satisfação que sejam enviadas por e-mail ou SMS logo após uma compra, ou uma infinidade de ações com base no comportamento dos usuários para manter o público interessado em sua marca.
E aí: o que você precisa para fazer a sua marca ser referência no seu segmento? A automação de marke
Jonatas Abbott -Sócio e diretor executivo da Dinamize, empresa que oferece softwares voltados para automação de mar
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NR-1 e IA: por que as pessoas se tornaram ainda mais estratégicas no mercado criativo?

*Anderson Xavier
A Inteligência Artificial transformou radicalmente o ritmo do mercado criativo. Processos ficaram mais rápidos, entregas mais ágeis e o volume de produção aumentou. Em poucos meses, ferramentas que antes pareciam experimentais passaram a integrar brainstorms, apresentações, redação, planejamento, design e operações inteiras dentro das agências.
Mas, em meio à aceleração tecnológica, uma percepção começa a ganhar força no setor: embora a IA otimize etapas e reduza tempo operacional, criatividade continua sendo um processo essencialmente humano. E justamente por isso a saúde mental é tão estratégica para o mercado publicitário.
A entrada em vigor da atualização da NR-1, prevista para 26 de maio de 2026, acelera essa discussão ao exigir que empresas passem a mapear e monitorar riscos psicossociais dentro do ambiente de trabalho, incluindo fatores como estresse excessivo, sobrecarga emocional, assédio moral e esgotamento profissional. E, em um setor movido por ideias, prazos curtos e alta pressão, o impacto no mercado criativo é inevitável.
Mais do que uma obrigação legal, a mudança representa uma oportunidade de amadurecimento para as agências. O foco deixa de ser apenas produtividade a qualquer custo e passa a incluir sustentabilidade operacional, retenção de talentos e qualidade criativa.
Isso porque a própria dinâmica da publicidade mudou nos últimos anos. O ambiente digital criou operações cada vez mais imediatistas, com múltiplas entregas simultâneas, campanhas em tempo real e jornadas constantemente atravessadas por notificações, grupos de mensagens e demandas urgentes.
Com a IA acelerando ainda mais os fluxos, surge um desafio importante: como equilibrar velocidade e criatividade sem comprometer as pessoas?
A resposta passa por uma mudança de cultura que já começa a ganhar espaço em parte do mercado. Cada vez mais, agências entendem que saúde mental deixou de ser apenas um benefício corporativo para se tornar um diferencial competitivo.
Em um segmento altamente dependente de capital intelectual e criatividade, pessoas saudáveis emocionalmente impactam diretamente em inovação, qualidade das entregas e capacidade de retenção. Ou seja: mais investimento em modelos de gestão mais próximos e humanos.
Estruturas físicas abertas, sem salas fixas para diretoria, nos ajudam a estimular proximidade, troca e escuta ativa entre liderança e equipes. O objetivo é reduzir barreiras hierárquicas e fortalecer um ambiente mais colaborativo no dia a dia.
Estar próximo dos times nos ajuda a antecipar sinais de desgaste emocional, identificar possíveis situações de assédio moral e agir preventivamente antes que pequenos conflitos se transformem em problemas maiores.
Além da proximidade da liderança, passamos a implementar canais de ouvidoria e denúncia anônima, criando espaços seguros para que colaboradores possam relatar situações de pressão excessiva, comportamentos inadequados ou conflitos internos sem receio de exposição. A iniciativa fortalece a transparência e contribui para uma cultura organizacional mais saudável e preventiva.
Outro movimento importante é o fortalecimento do RH como área estratégica. Em vez de atuar apenas de forma reativa, passaram a revisar processos internos para identificar gatilhos de Burnout, analisar sobrecargas operacionais e implementar planos preventivos de intervenção.
Em períodos de maior pressão ou demandas simultâneas, a contratação de freelancers também surge como alternativa para equilibrar a operação e evitar sobrecarga das equipes fixas. A lógica deixa de ser “fazer mais com menos” a qualquer custo e passa a considerar a sustentabilidade da entrega no longo prazo.
Além disso, o investimento em treinamentos de liderança e no apoio de empresas especializadas em saúde ocupacional permite realizarmos mapeamentos constantes de riscos psicossociais, gerando relatórios e ações antecipadas para melhoria contínua do ambiente de trabalho.
Essa transformação já começa a impactar a percepção interna das equipes. Boas práticas de gestão e ambiente organizacional vêm consolidando culturas mais abertas, pautadas em diálogo, receptividade e ausência de relações excessivamente verticalizadas.
E existe uma razão prática para isso: criatividade não funciona bem sob pressão constante. Ideias precisam de tempo de maturação, debate, repertório e construção coletiva. Quando toda entrega se transforma em urgência permanente, o processo criativo perde profundidade e potência.
Por isso, a NR-1 surge em um momento importante para o setor. Não como um freio para a produtividade, mas como um estímulo para operações mais inteligentes, equilibradas e sustentáveis.
No fim, a IA continuará acelerando processos. Mas o diferencial competitivo das agências criativas seguirá sendo humano: repertório, sensibilidade, visão estratégica, colaboração e boas ideias. E isso torna o cuidado com as pessoas não apenas uma questão de bem-estar, mas uma decisão de negócio.
*Anderson Xavier – CTO e Sócio-diretor da Agência Y’ALL
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