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Ateliê Frat permite mais autonomia a franqueados

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O relacionamento entre força de vendas e clientes é um dos pilares mais importantes para o fortalecimento das marcas e crescimento dos negócios. Com esse conceito em vista, a Frat, agência especialista em branding, mídia, estratégias digitais e tecnologia, leva ao mercado o Ateliê Frat. Trata-se de plataforma white-label, em nuvem, na qual franqueados ou revendedores acessam um conjunto de templates para postagens nas mídias sociais, com possibilidade de customização de conteúdos. Essa funcionalidade permite, ao mesmo tempo e a partir de um único lugar, proteção da padronização de branding e identidade visual, de acordo com as diretrizes alimentadas pelas equipes de marketing no sistema. Duas das maiores empresas do mercado de beleza, Mary Kay e Hinode, já usam o produto para padronizar a comunicação nas mídias sociais de sua força de venda.

“O Ateliê Frat possibilita a criação de cards para mídias sociais com design gráfico já estabelecido e parcialmente aberto para personalização do post, com áreas definidas para a edição de texto, por exemplo. Os gestores de marketing também podem deixar sugestões de textos já prontas. Desta forma, franqueados e revendedores encontram um caminho ainda mais prático para a comunicação com suas audiências. Além disso, a plataforma pode ser customizada com a ‘cara do cliente’ e conta com partes editáveis, permitindo a integração com os serviços internos das empresas sem precisar que o usuário tenha boa maturidade digital”, ressalta Fernando Mello, sócio da Frat, adicionando que o produto é bem simples, fazendo edição de posts já existentes, se diferindo de outros produtos que hoje existem no mercado, mas com recursos mais complexos.

Para ele, a solução vai ao encontro de um desafio de padronização da comunicação no ambiente das mídias sociais, além de aumentar o tráfego e visibilidade da marca. “Essa é uma dor frequente de franquias e marcas que atuam com marketing multinível, bem como de empresas com grande força de vendas. O modelo tem boa relação custo-benefício pelo fato de o cliente ser detentor da plataforma, que não é uma assinatura, e isso dá uma autonomia de uso, pois não se atrela a planos com pagamentos regulares ou limite de usuários. O Ateliê Frat conta com um sistema robusto que permite uniformizar as atividades desses conjuntos nas mídias sociais, além de viabilizar oportunidades reais de aumento significativo do tráfego orgânico por parte das empresas”, enfatiza.

A plataforma proporciona as condições ideais para criação e armazenamento de designs editáveis ou não-editáveis, organizados em coleções, bem como facilita o compartilhamento da biblioteca de logotipos, cores e fotos da empresa. A navegação foi concebida no conceito mobile-first, projetada de forma intuitiva e amigável.

“O Ateliê Frat é um exemplo emblemático do ‘jeito Frat’ de atuar. A partir de problemas de comunicação, unimos expertises multidisciplinares, metodologia ágil e nosso profundo conhecimento do comportamento humano. Desta forma, nos desafiamos a explorar caminhos para prototipar soluções práticas e funcionais para, estrategicamente, gerar resultados de crescimento e vendas. Com visão de engenharia de projetos e produtos, analisamos as necessidades do negócio, propondo rumos para o portfólio dos clientes, configurando a comunicação e a experiência proporcionada pelas marcas e chegando à formatação de tecnologias, como no caso do Ateliê Frat, com o desenvolvimento de plataforma”, destaca Roberta Castellini, CEO da Frat.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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