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Até a Lu do Magalu criou asas com Red Bull para a Black Friday

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Estamos na semana da Black Friday mais esperada e movimentada de todos os tempos. Em 2020, alguns reflexos da pandemia do coronavírus trouxeram uma afinidade ainda maior do público com o e-commerce, por isso as marcas não podem perder tempo! A Magalu e a Red Bull decidiram se conversar e mostrar que energia não vai faltar para os consumidores dispostos a encontrar o melhor preço na Internet. 

Em uma parceria inédita, nesta semana, as duas marcas vão promover uma ação com a participação da Lu, isso mesmo, a influenciadora digital virtual da marca. A personagem além de já obter cerca de 21 milhões de seguidores nas redes sociais, também terá o privilégio de ser a primeira personalidade brasileira, que não é uma atleta da própria marca, retratada nos clássicos cartoons publicitários da Red Bull. 

Você se lembra quais são os brasileiros que já apareceram nos cartoons? 

Com um time da pesada, a Lu agora fica ao lado da skatista olímpica Letícia Bufoni, o surfista campeão mundial Adriano de Souza e o badalado Neymar Jr, atacante do Paris Saint-Germain. 

A responsável pela união e criação da ação é a agência DPZ&T, que a propósito já está gerando muita energia para os colaboradores do Magalu. Além de toda a interação nas redes sociais, a Red Bull também deu uma força e enviou algumas latinhas para o escritório e centros de distribuição da companhia. Nesta Black Friday

Além da conversa gerada no ambiente digital, a ação segue com a Red Bull entregando aos colaboradores do Magalu a energia necessária para essa data tão movimentada, com latinhas enviadas ao escritório e aos centros de distribuição da companhia. 

“Queremos que Red Bull já esteja na casa das pessoas antes da Black Friday. Pra mostrar isso, nada como colocar o produto na casa da maior varejista da data”, comenta Rodrigo Vezzá, diretor de criação da DPZ&T.

Para encarar uma semana tão intensa quanto a da Black, a Lu recebeu Red Bull de presente e o post dela com a lata foi visto nas redes sociais do Magalu na terça-feira (24). A Red Bull, por sua vez, interagiu com a marca por meio de uma homenagem: um post trazendo a Lu na versão cartoon característica da marca e a seguinte mensagem: “A Lu tá preparada para a Black Friday. E você?”. 

A ação também celebra o início de uma parceria comercial entre Magalu e Red Bull. A partir desta Black Friday, a empresa venderá pelo superaplicativo todos os produtos da Red Bull. Agora, o Magalu contará com estoque dos produtos em seus Centros de Distribuição.

“Ver nossa influenciadora virtual retratada em um cartoon da Red Bull, uma marca global de tamanha visibilidade, é sem dúvida um dos momentos mais marcantes da sua história. A ação contagiou a todos na empresa e é com certeza apenas o primeiro capítulo dessa parceria”, Leonardo Corrêa, gerente do MagaluAds.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Habib’s fecha parceria com a BIS e lança novas esfihas folhadas de chocolate

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O Habib’s, rede de fast food, e a Mondelez, dona da marca de chocolates BIS, uniram-se para surpreender os brasileiros e lançarem as esfihas de chocolate HabiBIS.

Juntas, as marcas criaram dois sabores de esfihas folhadas doces que têm tudo para serem a mais nova sensação do momento. Os lançamentos são: folhada de creme de avelã com BIS Branco e folhada de chocolate branco com BIS Original (ao leite).

A campanha do HabiBIS foi desenvolvida em conjunto entre as duas marcas, criando assim, a melhor combinação de esfiha folhada doce com wafer crocante coberto por chocolate Lacta.

“Do mesmo jeito que é impossível comer um só BIS, é improvável alguém comer só uma de nossas esfihas. Então, quando juntamos as duas marcas, o resultado só pode ser um: HabiBIS. Esta parceria reforça o compromisso de ambas as marcas em apresentar novas formas de consumir seus produtos e de surpreender os nossos consumidores. Além disso, ela busca inovar e proporcionar uma experiência única de sabor e qualidade, mostrando o motivo de estarmos há décadas na vida dos brasileiros”, explica Roberto Gnypek, diretor de marketing do Grupo Habib’s.

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Estudos da Russell Reynolds apontam áreas de atenção para uso eficaz de inteligência artificial nas empresas

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À medida que cresce o entusiasmo em torno da inteligência artificial generativa (GenAI), levantamento da Russell Reynolds, alerta sobre cinco áreas que demandam maior atenção dos executivos: cultura, liderança, estrutura organizacional, parcerias comerciais e gestão de riscos. O estudo Navegando na revolução da IA generativa, ressalta que, mais do que investir em novas tecnologias, é preciso desenvolver uma mentalidade tecnológica para implantação eficaz das soluções digitais, aproveitar ao máximo as oportunidades de negócios e fortalecer a segurança cibernética. Além disso, de acordo com a pesquisa Monitor Global de Liderança, também realizada pela consultoria, 65% dos líderes entrevistados afirmaram que estão pesquisando ou experimentando ferramentas, 29% ainda não discutiram a pauta e 7% já implementaram alguma GenAI no seu dia a dia.

“Para enfrentar os desafios dessa nova era tecnológica, é essencial que os executivos compreendam o potencial das IAs e saibam implementá-las de forma equilibrada nos negócios. Além dos riscos associados à segurança cibernética, é preciso avaliar se a empresa tem os talentos certos para conduzir a jornada, se está amparada legalmente para utilização das novas tecnologias e se há alinhamento e engajamento de todo o C-level em relação às mudanças necessárias”, explica Tatyana Freitas, head da prática de tecnologia e digital da Russell Reynolds Associates.

Os estudos da Russell Reynolds revelam a percepção dos executivos sobre a maturidade das suas empresas em relação à GenAI e apontam as questões que precisam ser revisitadas com maior atenção para explorar todo o potencial da tecnologia de forma mais eficaz:

Liderança: enquanto algumas empresas optam por criar a função de diretor de IA (Chief Artificial Intelligence Officer – CAIO), outras preferem incorporá-la a posições já estabelecidas de Tecnologia, como CIO, CTO ou CDO. Independentemente da abordagem, é preciso avaliar se a empresa tem talentos disponíveis ou capacidade de atraí-los e se todo o time executivo tem forte conhecimento sobre as novas tecnologias. Cerca de 72% dos líderes entrevistados concordam que uma forte compreensão da GenAI será habilidade fundamental para futuros diretores. Ao mesmo tempo, apenas 32% estão confiantes de que têm as competências certas para implementar a tecnologia em sua organização.

Cultura Corporativa: empresas orientadas a Tecnologia fomentam uma cultura de inovação e transformação, estabelecendo uma mentalidade de testar e aprender para que seus líderes sejam capazes de questionar produtivamente o status quo e assumir riscos para obter vantagem competitiva. Ao mesmo tempo, é preciso adotar uma abordagem mais deliberada, de integração da IA a processos existentes, para maior engajamento das equipes em encontrar diferentes formas de implementá-la em suas áreas, enxergando essa tecnologia como uma ferramenta que potencializa soluções, ao invés de possível substituta do capital humano.

Estrutura Organizacional: a adoção da GenAI aumenta a importância de áreas como Arquitetura da Informação e Ciência de Dados, além da ética a ser adotada, entre outros fatores. Isso demanda maior integração das funções necessárias para apoiar a sua implementação em diferentes áreas do negócio. Na pesquisa realizada pela Russell Reynolds, cerca de 28% dos entrevistados relataram que suas empresas criaram funções específicas para novas tecnologias abaixo do C-level e 21% que um Chief Artificial Intelligence Officer (CAIO) foi apontado. Além disso, a GenAI permite que executivos direcionem seus esforços para áreas mais estratégicas e tarefas de maior impacto para os negócios, possibilitando redistribuição de talentos e integração de setores.

Estratégias Comerciais: Elaboração de relatórios complexos, perfilamento de clientes para personalização de atendimento e oferta de serviços, identificação de tendências, desenvolvimento de novos produtos. As possibilidades de uso da GenAI são tão numerosas quanto o volume de dados que ela é capaz de analisar, por isso a importância do conhecimento de toda a liderança sobre a tecnologia e da curiosidade sobre os potenciais fluxos de receitas que sua área pode gerar.

Gerenciamento de Riscos: É preciso considerar, ainda, as implicações éticas das ferramentas, com construção de sistemas que considerem o propósito e os valores da organização e tenham normas claras de utilização da GenAI. Entre os líderes que já implementaram ou estudam a nova tecnologia, 48% priorizam uma abordagem que inclua a análise dos riscos legais e 41% que estabeleça políticas internas.

Para aproveitar melhor o potencial da GenAI, as organizações precisam primeiro compreender as suas capacidades digitais e avaliar o seu nível de conforto com os riscos associados à tecnologia. A partir disso, é possível tomar decisões sobre como e onde será implementada e desenvolver um roteiro estratégico adaptado às suas necessidades, valores e objetivos.

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