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ARTx 2022 traz destaques mundiais para falar sobre inovações no setor cultural

A arte sustenta a cultura de inovação, mas como tem sido a inserção da economia criativa perante as mutações aceleradas das tendências do mercado e as novas tecnologias? Durante a pandemia da Covid-19 o setor artístico precisou, mais do que nunca, se reinventar. Com as medidas de isolamento social e novas restrições sanitárias, houve uma aceleração na consolidação de novos negócios para a monetização da arte.
No Brasil, a crise do setor não se limita às sequelas da pandemia. Pelo contrário, os últimos dez anos já estavam sendo desafiadores para o mercado da arte, tendo em vista que, durante o período, o setor cultural perdeu metade do orçamento federal, além da banalização das leis de incentivo à Cultura. Como se não bastasse uma luta histórica contra a censura da arte no Brasil, na última década, o setor que emprega 6% da mão de obra brasileira luta com sua própria autonomia para fazer a arte resistir.
Dentre as possibilidades para viabilizar o mercado cultural perante a crise, o aceleramento da transação digital, como os NFTs, bitcoin, entre outras modalidades de negócios, e as novas alternativas de exposição e produção artística, o ARTx preparou um evento para dar suporte, com a presença de líderes de destaque no mercado mundial das artes. Uma troca de informações voltada para profissionais do marketing, da comunicação, designers, produtores, artistas e financiadores do mercado cultural, que acontece no mês das artes, em que é comemorado o Dia Nacional da Arte, no dia 12 de agosto.
O ARTx 2022 acontece do dia 23 ao dia 26 de agosto, e conta com uma programação para interesses variados como networking, controle de dados, acesso a informações especializadas e suporte para interpretar o mercado e criar perspectivas para o futuro, orientando possibilidades de escolhas mais assertivas. Serão quatro trilhas de conhecimento, 20 horas de programação, mais de 30 convidados, palestras e talks com instituições e negócios digitais, além de dois shows.
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Accesstage reúne gestores financeiros na primeira edição do Smart Discovery para cocriar soluções focadas na tesouraria corporativa

Com o avanço acelerado da transformação digital nos departamentos financeiros, o mercado corporativo tem demandado soluções capazes de unificar eficiência operacional, inteligência de dados e uma compreensão profunda dos desafios diários enfrentados pelas equipes de tesouraria. Diante desse cenário, a Accesstage acaba de realizar a primeira edição do Smart Discovery, uma iniciativa estratégica desenvolvida para aprimorar a concepção e o desenvolvimento de seu portfólio de produtos a partir da metodologia de centralidade no cliente (customer centricity).
Muito além de otimizar os fluxos de trabalho e torná-los mais produtivos, a dinâmica da metodologia fomenta a aproximação entre os diferentes interlocutores em um ambiente imersivo e colaborativo, impulsionando a cultura de inovação. O encontro de live marketing e inteligência de negócios reuniu grandes corporações do ecossistema de clientes da marca para uma troca transparente de experiências sobre rotinas financeiras, gargalos operacionais e as necessidades práticas que desenham o cotidiano da gestão de caixa.
Segundo o CPTO da Accesstage, Bruno Salles, a proposta central do Smart Discovery é converter a escuta ativa em um planejamento de desenvolvimento tecnológico de ponta, interligando a engenharia de software às dores reais das empresas. “Nós acreditamos que a evolução dos nossos produtos passa necessariamente pela construção conjunta entre as áreas financeiras das empresas e tecnologia.”
Ao longo da programação, os painéis de debate abordaram temas cruciais para o setor, tais como a modernização da tesouraria corporativa, automação de fluxos financeiros, integração de processos complexos, experiência do usuário (UX) e ganho de eficiência operacional em larga escala.
Para Daniel Chaves, lead product designer da Accesstage, iniciativas desse porte ratificam um movimento irreversível na indústria de tecnologia: a migração das empresas de software para modelos operacionais abertos, colaborativos e genuinamente orientados à jornada do cliente.
“As melhores soluções surgem quando conseguimos ouvir quem vive a operação diariamente. O Smart Discovery nasceu exatamente com esse propósito: aproximar clientes, entender desafios reais e cocriar soluções que façam sentido na prática e gerem eficiência para as empresas”, analisa Daniel.
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Pavilhão da Bienal sedia megaevento da Melissa Delirium em convenção anual focada em design experimental e futurismo

O icônico Pavilhão da Bienal, localizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo, transformou-se no palco do megaevento Melissa Delirium — Convenção 2026. O encontro exclusivo reuniu um público de 700 pessoas, entre parceiros e profissionais do setor, para descortinar as diretrizes de criação, novos negócios e o universo conceitual que guiarão os passos da marca ao longo de todo o ano.
Com assinatura criativa e produção integral da agência Just Live, a iniciativa de live marketing transportou os convidados para um ambiente onde as fronteiras entre a realidade e a fantasia se dissiparam. Toda a infraestrutura foi projetada para materializar fisicamente a essência da campanha hero de marca para a temporada de 2026.
A convenção ganhou vida por meio de uma narrativa pautada pelo design experimental, adotando uma estética futurista rica em volumes, traços minimalistas e alta plasticidade. A cenografia reforçou o conceito do jelly — o característico plástico maleável da marca — como uma matéria viva do imaginário da Melissa, funcionando como um verdadeiro motor para ativar memórias, desejos e novas possibilidades mercadológicas.
“Levar a Melissa Delirium para o Pavilhão da Bienal foi a sinergia perfeita entre arquitetura, arte e o DNA inovador da marca. Na Just, nós traduzimos o conceito de ‘Delirium’ fundindo realidade e fantasia em uma cenografia futurista e minimalista. O objetivo não era apenas criar um evento, mas construir uma narrativa viva e sensorial que conectasse o público à essência da marca, a consolidação de um projeto memorável de design experimental”, completa Renato Naya, CEO da Just Live.
Ao unir o valor histórico do espaço arquitetônico paulistano à vanguarda visual de sua nova coleção, a Melissa e a Just Live reafirmam o papel das grandes convenções corporativas como ferramentas poderosas de branding sensorial, capazes de ditar tendências e consolidar a identidade de uma marca no mercado global.







