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Arte de fazer pão: campanha da Wickbold ensina como fazer produto em casa

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Uma das maiores tendências da quarentena é a “pãodemia”, apelido para a crescente busca dos consumidores nas redes sociais e internet sobre como fazer o próprio pão em casa. Sempre de olho no mercado e nas necessidades das pessoas, a Wickbold, líder brasileira no segmento de pães especiais e saudáveis, apresenta a campanha digital Do Seu Forno – Prático e do Seu Jeito.

Criada pela agência Execution, a iniciativa tem como objetivo apresentar a nova linha Do Seu Forno, que traz um pré mix prático e completo para fazer pão em casa, por meio de receitas e dicas. Para isso, a estratégia conta com dois pilares: desmistificar, mostrando formas divertidas e práticas de como todo mundo pode arrasar no preparo com o lançamento da Wickbold;exemplificar, ressaltando a versatilidade dos produtos, que são simples, fáceis de fazer e muito saborosos.

Segundo Denise Pacheco, coordenadora de marketing da companhia, o foco da comunicação é mostrar que todo mundo pode fazer um pão caseiro delicioso em casa, de um jeito gostoso e prático. “Unimos a nossa expertise como marca à uma das maiores tendência gastronômica do momento, para ajudar os nossos consumidores a elaborarem o seu próprio produto. Com a nossa novidade, todos podem repetir com frequência e facilidade o passo a passo e ainda contar com a garantia de qualidade da Wickbold, além de poder dar aquele toque especial e único na receita”, explica.

A ação, que vai até 11 de dezembro, pode ser vista em diversos canais: redes sociais, como Facebook, Instagram, Google e YouTube; sistemas Simple Ads e

Taboola; e plataformas de gastronomia como Tudo Gostoso, Ana Maria Braga e Tastemade. O total de impacto estimado é de quase 23 milhões de pessoas.

“Colocar o consumidor como protagonista no preparo do seu próprio pão em um momento em que as pessoas estão mais em casa, redescobrindo novos hábitos e prazeres, foi uma atitude certeira da Wickbold. O trabalho da agência foi transferir a credibilidade da marca à essa novidade, garantindo que a qualidade e o carinho que saem das fábricas podem sair do forno de cada casa também, afirma Fernanda Cepollini, Diretora de Criação da Execution.

INFLUENCIADORES DIGITAIS

A linha Do Seu Forno já está disponível aos consumidores em quatro versões diferentes. Para apresentá-las ao público e dar dicas de preparo ao mesmo tempo, a campanha contará com a ajuda de influenciadores digitais.

· Desafiando a si mesma durante a quarentena no preparo de pães, Fernanda Paes Leme irá fazer o sabor Australiano e destacar a vantagem de preparar um pão mais natural, sem conservantes.
· Já a vegana Jojoca, que tem pouca experiência na cozinha, mostrará que o lançamento é muito fácil de fazer com a versão Integral.
· Enquanto isso, Hugo Merchan apresentará o Grãos Ancestrais e falará a respeito do QR CODE, que pode ser encontrado nas embalagens para que os consumidores tenham mais informações da linha, além de receitas incríveis.
· Quem também usará esse sabor é Carol Fiorentino, que trará uma versão recheada com o intuito de mostrar a versatilidade do item e que ele também atende as necessidades das pessoas com mais experiência na cozinha.
· Por último, Michele Passa usará o Original para ressaltar que a novidade já vem com fermento biológico na embalagem e destacará que é possível fazer um pão caseiro com muita praticidade.

PRINCIPAL MENSAGEM DO FILME

“Tem momentos na vida que pedem mão na massa. Para o que está parado, ganhar movimento. Para deixar a inspiração fluir, na sua arte e do seu jeito. Para compartilhar com a sua família e com seus amigos, em forma de aconchego e de brincadeira. Em forma de… hmmmmmm. Inspiração que sai das suas mãos e vira arte no seu forno. Enche a sua mesa. Nutre quem você mais ama. A gente faz a mistura perfeita. Você faz a arte acontecer. Essa é a nova linha de misturas para pães Do Seu Forno da Wickbold. Prático e do seu jeito. 4 sabores de pão caseiro com ingredientes selecionados para fazer em 4 passos simples. Wickbold. A gente é o que a gente nutre.”

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Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

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A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.

Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.

Dicas para empresas: 

• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.

• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.

• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.

• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.

• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.

• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.

• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.

O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.

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Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

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A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.

“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”

Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.

“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”

A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”

Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.

A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.

Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.

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