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ARCOR anuncia Co-Branding inédito com Guaraná Antarctica

A Arcor, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, em ação de co-branding inédito com o Guaraná Antarctica, amplia o seu portfólio de guloseimas e lança no mercado nacional o Poosh! Guaraná Antarctica. A novidade, disponível nas versões chicle, bala e pirulito, conta com a expertise da Arcor no mundo das guloseimas e o autêntico sabor do refrigerante brasileiro.
Em um contexto de comemoração do seu centenário, é a primeira vez que o Guaraná Antarctica licencia a marca para a categoria de guloseimas, fornecendo seu aroma original. Por outro lado, a Arcor também celebra 40 anos no Brasil e 70 anos no mundo. “A parceria inédita no mercado tem como objetivo manter a liderança da Arcor em inovações na categoria de guloseimas, agregar valor à marca e conquistar novos consumidores que estão sempre em busca de grandes novidades”, explica Anderson Freire, Diretor de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento da Arcor do Brasil.
A campanha de lançamento apresenta como conceito o “shippar” – expressão muito usada para representar a torcida de um fã pela união ou amizade de duas pessoas, e até mesmo coisas que se combinam. Neste caso, marcado pela parceria entre Poosh! e Guaraná Antarctica, o ship do ano tem como proposta gerar conexões entre os consumidores que aprovam essa amizade. “Trata-se da combinação perfeita de duas grandes marcas e produtos de categorias diferentes, que carregam a essência da originalidade: o Poosh! por ser o primeiro chicle com casquinha crocante e recheio líquido, e o Guaraná Antarctica por trazer o sabor único e original do guaraná que os brasileiros tanto amam”, afirma Freire.
Referência na América do Sul, a linha de chicles TopLine, reconhecida pela fórmula sem açúcar e por gomas mais macias, também receberá o novo sabor, que estará disponível em displays com 20 sticks. Todas essas inovações de chicles são desenvolvidas pela Arcor no Centro de Pesquisa & Desenvolvimento de Gomas de Mascar, localizado na unidade de Rio das Pedras (SP), no qual atende, inclusive, as demais unidades da empresa na América Latina – o que demonstra a relevância do know-how da operação brasileira nos negócios da multinacional.
O portfólio da marca Poosh! é composto pelos chicles Poosh! 7 Belo, Hortelã, Morango, Uva e Tutti-Frutti, pela bala Poosh! Tutti-frutti, e pelo recente lançamento Poosh! Guaraná Antarctica, nas versões chicle, bala e pirulito.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








