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Anitta e Spinardi Haikaiss reforçam vantagens do Prezão em nova fase da campanha do pré-pago da Claro

A Claro está lançando sua nova campanha do Prezão, estrelada pela Anitta e com a participação de um convidado especial. Fazendo jus a internet mais rápida do Brasil, comprovada pelo Speedtest, a Claro convidou Spinardi Haikaiss, o rapper mais veloz do país para estar ao lado da cantora, apresentando os benefícios e vantagens do Prezão da Claro. O filme marca a primeira campanha publicitária do rapper.
A campanha é produzida pela Talent Marcel e será veiculada em todo o Brasil na TV aberta, rádio, mídia exterior e no digital, além dos canais proprietários da operadora. Os filmes, em versões de 30’ e 15’, apresentam Anitta e Spinardi Haikaiss cantando e rimando para contar todos os benefícios e vantagens disponíveis no pré-pago da operadora.
“Unir o Spinardi com a Anitta reforça, de forma leve e ainda mais aproxima, as vantagens e os muitos benefícios que o público do Prezão tem nos nossos planos para trabalhar, estudar e se divertir, tudo no seu celular e numa velocidade que só a Claro oferece”, comenta Ane Lopes, diretora de Marca e Comunicação da Claro.
“O Spinardi ganhou o título de rapper mais rápido do Brasil. A Claro, de internet móvel mais rápida do país. Além disso, é tanto benefício no Prezão, que pra falar tudo… só em ultra velocidade” afirma Diego Ferrite, Diretor de Criação da Talent Marcel.
A campanha também foi adaptada e pensada para o meio digital, pela iD\TBWA, onde a cantora irá aparecer em vídeos criativos divulgados nas redes proprietárias da operadora. Acelerar áudios é quase uma unanimidade no mundo em que vivemos e, pautada por isso, a cantora só consegue listar todos os benefícios do Prezão dessa forma, em um vídeo divertido e descontraído.
Além disso, a agência foi responsável pela criação de mais dois filmes diferentes com a Anitta. No primeiro, a cantora brinca com o fato de falar diferentes idiomas, gravando um filme todo em espanhol. Já no outro, a cantora interagiu com os seguidores utilizando um efeito de voz famoso nas redes sociais como Instagram e TikTok.
O Prezão da Claro oferece até 12GB de internet, por 30 dias, com acesso ilimitado ao WhatsApp – incluindo ligações e chamadas de vídeo -, Descomplica gratuito para os estudantes aprimorarem seus conhecimentos e se prepararem para o Enem, e até mesmo ao Claro cursos, que conta com mais de 100 capacitações com objetivo de promover novas oportunidades e geração de renda extra.
Ficha Técnica
CEO: Camila Costa
Negócios: Alessandra Santana, Letícia Maciel, Mariana Rissi e Letícia Silva
Mídia: Thiago Fernandes, Pedro Nogueira, Ícaro Guimarães, Daniel Silva, Daniel Maranho, Marianna Amaral, Marcio Piantino e Gabriela Silva
Criação: Sthefan Ko, Erich Moreira, Marcus Mesquita, Susana Silva, Renan Zanatta, André Birches e Ellen Reis
Produção: Paula Saraiva
Produtora de imagem: Liquor
MD – produtora de imagem: Livia Piassa
Atendimento – produtora de imagem: Marcelo Inho
Coordenação de pós – produtora de imagem: Ale Campos
Gerente de projeto – produtora de imagem: Rui Fontes
Cliente – produtora de imagem: Ana Clara Sant’ana e Sylvia Oliveira
Produtora de imagem: Boiler Filmes
Direção: Marcello Lima
Produtor Executivo: Marcella Feo
Atendimento: Carol Pivato, Mary Lacoleta e Babi Kosloff
Montagem: João Franco
Coordenador de Pós: Fezão Barbieri
Finalizador: Rodrigo Azambuja e Renata Dalbem
Pós Produção: Flow Effects
Produtora de Áudio: RAW Audio
Color Granding: Psycho N’ Look
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.








