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Amstel inaugura seu próprio metaverso com pocket show de Pabllo Vittar

Amstel, a cerveja puro malte produzida com levedura holandesa e uma das principais marcas do Grupo Heineken no Brasil, anunciou o lançamento do Amstelverso com um pocket show exclusivo de estreia da “I Am Pabllo Global, Tour”, turnê mundial da cantora e drag queen Pabllo Vittar. A apresentação já está disponível para todos os consumidores gratuitamente. Para acessá-la basta entrar no link da Amstel.
Tanto a Amstel quanto a Pabllo Vittar estreiam no metaverso por meio desta iniciativa que fortalece a campanha I Am What I Am da marca, que tem como objetivo encorajar as pessoas a serem quem elas realmente são e celebrar com orgulho a singularidade de cada uma. O projeto foi desenvolvido em conjunto com a Mynd, agência especializada em marketing de influência e entretenimento, e a equipe do CryptoRastas, responsáveis por um dos principais projetos de NFT do Brasil. Além disso, o projeto contou também com a estratégia e implementação digital da Hub – Red Star.
“A pandemia fez com que ambientes digitais ganhassem cada vez mais relevância no dia a dia das pessoas, de modo que passou-se a ser importante pensarmos não apenas em experiências presenciais positivas, mas também em como uni-las ao digital e construir a marca de modo relevante para os usuários. Por meio desta iniciativa, Amstel e a Pabllo estão promovendo uma inovação que leva a apresentação da turnê da artista em primeira mão, de maneira acessível, para todos os fãs. Estamos muito felizes de trazer esta grande novidade que é o Amstelverso” comenta Vanessa Brandão, diretora de marketing das marcas mainstream do Grupo Heineken no Brasil.
Ao entrar no link, a pessoa mergulha no Amstelverso com seu avatar customizável, em frente ao palco em que Pabllo Vittar apresentará seu show inédito. Uma contagem regressiva mostrará o tempo que falta para começar. Com opções de vista em primeira ou terceira pessoa, o visitante do metaverso da Amstel poderá caminhar livremente por todo o ambiente recheado de referências de Amsterdam, cidade natal da Amstel, utilizando teclado e mouse pelo computador ou o touch na tela do celular. Assim que o show acabar, uma nova contagem aparecerá na tela.
Vanessa Brandão destaca outras possibilidades de interação pela plataforma: “Queremos que as pessoas dentro do Amstelverso possam celebrar quem elas são de fato em um universo bastante descontraído. Além da interação ao vivo via chat com outros visitantes, as pessoas vão poder jogar diferentes jogos, desbravar cada detalhe do ambiente e descobrir QR codes que darão descontos em produtos ou fretes”.
A marca também vai aproveitar o momento do show para ativar a parceria com os influenciadores Marcela McGowan, Pepita, Bielo, Raphael Dumaresq, Mateus Carrilho e Heey Cat, integrantes do squad I Am What I Am desde 2021. Além de fomentar nas suas redes sociais com mais informações sobre o Amstelverso e o show da Pabllo, que será uma amostra do que deverá rolar neste mês de abril na Califórnia (EUA), os influenciadores vão socializar e descontrair o público no metaverso com seus avatares personalizados.
“Estamos muito felizes e animados com o resultado do Amstelverso e em poder proporcionar uma experiência inovadora para os fãs da Pabllo e da marca. Desde o planejamento até a produção, pensamos em como oferecer a melhor experiência para os consumidores. Essa campanha traz inovação para o mercado e permite que o público se sinta mais próximo de seus ídolos”, afirma Mari Campos, diretora artística da Mynd.
O show será gravado e reproduzido no Amstelverso durante os três dias seguintes. Assim, a Amstel oferece a todos os interessados a oportunidade de ver ou rever a apresentação, podendo experienciar o metaverso da marca quando for mais oportuno a cada um. O acesso e conteúdo para Amstelverso é permitido apenas para maiores de 18 anos.
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Iniciativa “Open To Help” mobiliza profissionais da comunicação em torno da escuta ativa e mentoria de carreira

As recentes transformações no mercado da publicidade e do marketing têm redesenhado as dinâmicas de contratação, mas um movimento criado de forma espontânea pelo publicitário Fábio Rebouças — diretor criativo associado do Omnicom Media Brazil — começou a jogar luz sobre um diagnóstico sensível da indústria criativa: mais do que a complexidade em conquistar uma recolocação, os profissionais sentem falta de serem ouvidos pelo mercado.
A constatação ganhou tração a partir do projeto “Open To Help”, iniciativa que teve início com uma publicação despretensiosa no perfil pessoal de Rebouças no LinkedIn. No texto, o executivo oferecia voluntariamente uma hora de mentoria para apoiar profissionais em transição de carreira. O que nasceu como uma ação pontual converteu-se rapidamente em uma rede informal de acolhimento corporativo, conectando profissionais de agências de publicidade, live marketing, design, audiovisual, relações públicas, jornalismo e tecnologia.
Em apenas três semanas de projeto, Rebouças conduziu 28 mentorias individuais e gratuitas. Os encontros são realizados inteiramente fora de seu expediente formal, ocupando janelas de tempo durante as noites, finais de semana e feriados. Mais do que uma revisão técnica de portfólios ou ajustes de currículo, as sessões revelaram um comportamento sistêmico do mercado de recursos humanos das agências. “A completa sensação de abandono nos processos de recrutamento apareceu em praticamente todas as conversas. As pessoas sentem uma necessidade enorme de serem ouvidas. Muitas vezes, elas não procuram apenas uma vaga, mas alguém disposto a escutar sua trajetória, seus desafios e ajudá-las a enxergar possibilidades novamente”, avalia Fábio Rebouças.
A publicação original superou a marca de 38 mil impressões na plataforma de negócios, gerando mais de 660 reações e centenas de comentários. O movimento de networking já colhe os primeiros resultados práticos de conversão: dois participantes das mentorias conquistaram recolocações formais no mercado a partir das conexões, direcionamentos e revisões táticas promovidas durante os encontros.
Sem uma metodologia rígida ou promessas comerciais, o “Open To Help” foca em um ativo escasso no ambiente corporativo: a disponibilidade para a escuta. O projeto é aberto a qualquer profissional do ecossistema de comunicação, bastando acionar o idealizador via mensagem direta no LinkedIn para alinhar a agenda.
A capilaridade da iniciativa já conectou criativos de diversas regiões do país, mapeando profissionais em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Curitiba e Porto Alegre, além de cidades do interior como Maringá (PR), Poços de Caldas (MG), Birigui (SP) e a região da Chapada Diamantina (BA). A repercussão começou a atrair o apoio de outras lideranças do setor, como Bruno Höera, CEO da Portland, e André Dainesi, fundador da Descola, que manifestaram intenção de somar esforços para estruturar os próximos passos do projeto.
O planejamento para os próximos meses prevê a expansão do ecossistema através de encontros presenciais, visando estreitar os laços comunitários e potencializar as trocas de experiências. O avanço do “Open To Help” dialoga diretamente com o momento de alta mobilidade profissional global: dados do LinkedIn indicam que mais de 220 milhões de usuários já utilizaram o selo “Open to Work”, enquanto pesquisas da rede apontam que 58% dos profissionais planejam movimentar suas carreiras a curto prazo, chancelando a urgência de iniciativas focadas em inteligência social e empatia no ambiente corporativo.
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Goleiro Vozinha capitaliza ‘hype’ da Copa 2026 e faz sua estreia no mercado de marketing de influência

O goleiro Vozinha, um dos grandes nomes da surpreendente campanha de Cabo Verde na Copa do Mundo de 2026, estendeu seu sucesso para muito além dos gramados. Após viralizar globalmente devido às suas atuações e ao seu carisma marcante, o atleta realizou sua primeira postagem publicitária nesta terça-feira, 30 de junho, em um vídeo focado no segmento de games de futebol. O movimento consolida o goleiro de 40 anos como um verdadeiro fenômeno midiático digital, acumulando uma audiência que já ultrapassa a marca de 17 milhões de seguidores em seu perfil oficial no Instagram.
Atualmente sem clube e ciente de que sua trajetória nos gramados se aproxima do fim devido à idade avançada, Vozinha encontra no ecossistema digital uma alternativa estratégica para estender sua relevância e faturamento. Contudo, o mercado publicitário levanta o questionamento: esse fenômeno das redes sociais é apenas um viral passageiro ou pode se estruturar como uma marca pessoal duradoura? Fabio Gonçalves, especialista em marketing de influência e diretor de talentos da agência Viral Nation, realizou uma análise sobre o futuro comercial do atleta.
De acordo com o especialista, o diferencial de Vozinha em relação a outros atletas do Mundial não reside apenas em sua performance técnica, mas na construção espontânea de um personagem que gera identificação popular imediata. “O hype, por si só, tem prazo de validade. O que pode tornar o caso do Vozinha duradouro é a capacidade de transformar esse momento de atenção em uma narrativa consistente. Ele virou um símbolo de carisma, história, identificação popular e um contexto muito forte, que é representar uma seleção que conquistou o mundo pela surpresa. Agora, para deixar de ser apenas um fenômeno passageiro, ele precisa ter estratégia e frequência, entendendo que audiência não é a mesma coisa que comunidade.”
O agente de influenciadores alerta que o erro mais comum de figuras que ganham projeção meteórica é tentar monetizar todas as oportunidades de forma desordenada, sem critérios de posicionamento. Para garantir longevidade, o goleiro precisará diversificar seus pilares de conteúdo — abordando bastidores do esporte, superação, a cultura de Cabo Verde e a rotina de atleta —, desvinculando sua imagem da dependência exclusiva do meme da Copa.
Embora o futebol de elite seja associado a salários astronômicos, essa não foi a realidade da carreira de Vozinha, que construiu sua trajetória fora das principais ligas do planeta. Por essa razão, a internet desenha-se como sua principal fonte de receita para o futuro, embora o retorno financeiro recorrente exija profissionalização. “Não é porque você ganhou milhões de seguidores que automaticamente diversas marcas vão te procurar. Seguidores abrem portas, mas o que gera dinheiro de forma recorrente é credibilidade, engajamento, consistência e capacidade de se conectar com marcas sem perder autenticidade. A primeira publi é um sinal de mercado, mas o próximo passo é provar que ele consegue manter interesse quando a Copa sair do centro das atenções”, pondera Gonçalves.
O grande trunfo comercial do cabo-verdiano é ter entrado na conversa pública de forma 100% orgânica. Marcas focadas em estratégias de live marketing e embaixadores buscam justamente personagens com essa capacidade nativa de gerar conexão emocional. O desafio central da equipe de gerenciamento do atleta será filtrar as propostas recebidas, recusando campanhas que possam desgastar sua imagem e focando em parcerias que façam sentido para o seu propósito de longo prazo, transformando a vitrine global do Mundial em uma nova e lucrativa fase profissional.








