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AMPRO divulga Manifesto contra cobrança de agências por ferramenta para PDVs

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AMPRO divulga Manifesto contra cobrança de agências por ferramenta para PDVs

A AMPRO – Associação de Marketing Promocional / Live Marketing divulga, por meio do seu Comitê de Trade Marketing, um Manifesto posicionando-se contra a responsabilização das agências e indústrias pelos custos de ferramenta tecnológica para controle individual de entrada e saída de equipes de promotores, supervisores e repositores no varejo. Agências e indústrias têm sido abordadas e oneradas pela licença de uso deste tipo de ferramenta, que é de benefício exclusivo do varejo.

“Precisamos nos posicionar sobre a forma como vem decorrendo a obrigação pelo uso da solução. A AMPRO é favor do uso da tecnologia para buscar melhores práticas, mas entende que essa responsabilização sobre o financiamento não deve ser das agências e indústrias que disponibilizam o serviço de promotores, mas sim do varejo, que é o benificiário e responsável pelo processo de controle de entrada. O momento econômico e a indução a um novo custo afetam os orçamentos e qualquer custo não previsto pode influenciar na contratação ou desligamento de pessoas, colocando mais desempregados no mercado”, afirma o diretor do Comitê de Trade Marketing da AMPRO, Stenio Souza.

Segue o Manifesto na íntegra:

 A AMPRO – Associação de Marketing Promocional, que tem por objetivo reunir e representar todos os segmentos do Live Marketing do país, e que procura sempre incentivar boas práticas de mercado e inovações que possam transformar as relações comerciais um elo mais sustentável, principalmente pelo momento econômico atual, onde todos envolvidos dentro de uma cadeia produtiva procuram otimizar esforços e investimentos.

Somos a favor da digitalização e automação do controle de entrada e saída de prestadores de serviço do varejo (Alimentar, Farma, Eletro etc) dentro do seu ambiente de loja, entendendo que isso traga benefício operacional.

No entanto, a Ampro vem se posicionar contra que tal investida deva ser financiada pelas Agências de Trade Marketing e Indústrias, uma vez que a iniciativa atende somente interesses das redes varejistas.

O que vem acontecendo é que as Agências de Trade Marketing e Indústrias responsáveis por marcas e produtos, que já concedem suas equipes de promotores e repositores para atuarem no ambiente de lojas das redes varejistas, estão sendo abordados e onerados pelo prestador de serviço tecnológico chamado Mob2Con, que se apresenta como representante das redes varejistas, com a finalidade de impor e cobrar pela licença de uso de sua ferramenta tecnológica para controle individual de entrada e saída das equipes de promotores, repositores e supervisores, sobre o argumento de uma necessidade operacional e legal dos varejistas.

Tal abordagem vem afetando a operação de campo e gestão de orçamentos das Agências de Trade e Indústrias de maneira negativa. Entendemos que esse controle dentro do ambiente de loja é de total e irrestrita responsabilidade das redes varejistas e qualquer adequação operacional e legal deva ser de sua responsabilidade.

O momento econômico é de constante revisão dos orçamentos, principalmente quando o serviço aqui comentado impacta diretamente a preservação dos empregos da classe promotores e repositores. Além disso, tal solução da Mob2Con não tem adicionado qualquer valor e/ou se provado eficiente para as operações de promotores e repositores, mas somente proporcionado incremento de custo para as agências e indústrias.

Desta forma, não podemos concordar com a transferência ou subsídio do custo de uma solução tecnológica que tem como únicos beneficiários as redes varejistas.

AMPRO

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UBRAFE estrutura grupo de trabalho ESG para mapear impactos socioambientais da indústria de eventos

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A União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) avançou na articulação de uma base unificada de dados socioambientais junto às suas empresas associadas. Conduzida pelo grupo de trabalho de sustentabilidade e ESG da entidade, a iniciativa visa mapear os impactos coletivos da cadeia de feiras de negócios, respeitando os diferentes níveis de maturidade das promotoras, centros de convenções e fornecedores do setor.

O projeto amplia a análise da agenda ESG para além do consumo de água, energia e descarte de resíduos, incorporando métricas de segurança no trabalho durante as etapas de montagem e desmontagem, bem-estar dos profissionais, acessibilidade e inclusão social. Entre os parâmetros do mercado avaliados pelo grupo está o Guia ESG 2026 do Expo Center Norte, que já adota inventários de emissões de gases de efeito estufa (GEE), matriz energética renovável, rastreabilidade de resíduos e ações de economia circular e comunitária.

“Quando falamos em impacto socioambiental, precisamos olhar para além do consumo de água, energia e da gestão de resíduos. As condições de trabalho durante a montagem dos eventos, a segurança dos profissionais, a satisfação dos colaboradores, a inclusão e a acessibilidade também fazem parte dessa agenda. O desafio é reunir essas diferentes dimensões e entender como elas podem ser acompanhadas de forma consistente, respeitando a realidade de cada empresa”, afirma Filipe Fiuza, coordenador do grupo de trabalho de sustentabilidade e ESG da UBRAFE.

A entidade planeja estruturar ferramentas padronizadas de coleta de dados para orientar a publicação de inventários e relatórios setoriais com desdobramentos operacionais a partir de 2027. “A indústria de eventos já conta com iniciativas importantes de sustentabilidade, inclusive na gestão e na destinação de resíduos. O próximo passo é ampliar essa visão, reunir informações e compreender melhor os impactos da atividade como um todo. Como entidade representativa do setor, a UBRAFE tem um papel importante em articular essa construção, considerando as diferentes realidades das empresas e criando caminhos para avançarmos coletivamente”, complementa Paulo Octávio Pereira de Almeida (P.O.), presidente-executivo da UBRAFE.

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American Express prepara ativações na Fanzone e no VIP Village para o GP de São Paulo de F1

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A American Express anunciou uma série de ativações presenciais no Autódromo de Interlagos durante o Formula 1 MSC Cruises Grande Prêmio de São Paulo 2026. Como parceira oficial de pagamentos da categoria, a credenciadora leva ao evento uma estrutura com o objetivo de oferecer experiências exclusivas para fãs e portadores dos cartões da marca nos setores de convivência do autódromo.

Na Fanzone, o público terá acesso a um espaço interativo construído em formato de cubo, projetado para oferecer um impacto visual e imersivo. Já no espaço VIP Village, os frequentadores poderão registrar fotos junto a uma réplica em tamanho gigante do capacete da piloto norte-americana Ava Dobson, decorado com a identidade da marca e o uniforme da F1 ACADEMY. O local também contará com distribuição de brindes promocionais.

A iniciativa consolida a expansão da parceria global e plurianual entre a American Express e a Formula 1, iniciada no continente americano em 2023 e ampliada para o circuito mundial em 2024. Além das ativações em autódromos, a aliança prevê pré-venda exclusiva de ingressos, benefícios financeiros e experiências diferenciadas aos clientes nas frentes de esporte, entretenimento, gastronomia e viagens.

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